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Seu filho costuma reclamar de dores de cabeça frequentes, dores nas bochechas e na região das orelhas? Ou, então, você percebe que ele anda com dificuldades para abrir e fechar a boca, ou para falar, mastigar e deglutir? Ainda, ele reclama (ou você nota) a respeito da presença de alguns estalos durante o movimento da mandíbula?  

Pois saiba que todos essas situações são sintomas da chamada Disfunção ou Desordem Temporomandibular (DTM), um problema ligado à articulação temporomandibular (ATM), e que — sim — é capaz de interferir no dia a dia e qualidade de vida também das crianças!

É fundamental, no entanto, procurar ajuda médica especializada para que se obtenha o diagnóstico correto do transtorno — e isso se aplica a pacientes de qualquer faixa etária, contudo, crianças, em especial, nem sempre sabem explicar exatamente onde e o que dói, o que torna ainda mais difícil identificar as origens dos incômodos. 

Além disso, a presença de outras patologias podem confundir o diagnóstico da DTM, como é o caso de dores de origem dental, dores de ouvido, sinusites, dores no pescoço, doenças vasculares, neuralgias, Síndrome de Eagle e alguns tipos de tumores.

Desta forma, cabe aos pais (ou demais cuidadores) prestar atenção, diariamente, nas possíveis reclamações de dores e desconfortos dos filhos, e nos sintomas apresentados por eles. Levá-los para avaliações clínicas, sem descartar a consulta a um dentista especializado em Disfunção Temporomandibular, é essencial para evitar consequência mais graves, como a evolução do problema para algo crônico, por exemplo.

Causas de DTMs em crianças

Descobrir as causas da DTM, para qualquer faixa etária, não costuma ser uma tarefa fácil. Mas, sabe-se que algumas situações contribuem para o desenvolvimento ou agravamento do quadro. Dentre essas condições, estão, por exemplo:  

  • Os hábitos parafuncionais — aqueles movimentos simples, realizados de forma frequente, e que são involuntários e/ou inconscientes e muito comuns na infância — como é o caso de roer as unhas, morder objetos, chupar dedo ou chupeta, e mascar chiclete; 
  • bruxismo — que é o costume de ranger e /ou apertar dos dentes;
  • Os traumas mecânico na região orofacial (também muito comuns na infância), que acontecem por conta de quedas e batidas em brincadeiras ou na prática de esportes, por exemplo; e
  • Ainda, os fatores psicológicos e sociais — causados, por exemplo, por mudanças drásticas na vida da criança ou, então, por demais situações que geram muito estresse para os pequenos. Esses também costumam contribuir para a evolução de um quadro de Disfunção Temporomandibular.   

Tratamentos de DTMs em crianças

O tipo de tratamento a ser realizado nas crianças (assim como nos paciente das outras faixas etárias) é definido conforme a gravidade da situação. No entanto, em geral, para os pequenos, as principais recomendações são terapias não invasivas, como é o caso de exercícios musculares e do uso de placas de acrílico; e a extinção dos hábitos que podem estar contribuindo para o quadro de DTM, como os parafuncionais citados. 

Contudo, em casos mais graves ou dolorosos (que costumam ser menos comuns), o uso de medicação também é indicado.

Saiba mais sobre os tratamentos da DTM!  

Para o diagnóstico certo, busque ajuda especializada

Se você, mãe ou pai, está desconfiado que seu filho sofre com Disfunções Temporomandibulares, não hesite em levá-lo até um especialista na área.

E nós, da Oral Face Care, por exemplo, podemos ajudar o seu pequeno!

Nossa clínica está presente nas cidades de Santos (SP) e São Paulo (SP), e conta com consultórios equipados com o que há de mais moderno no mercado. Nossos especialistas são qualificados e capacitados para prestar o melhor atendimentos e as melhores soluções para os quadros de DTM. 

Entre os especialistas da Oral Face, estão:

  • O Coordenador da Oral Face Care, em Santos e São Paulo, Prof. Dr. Fued Samir Salmen (CRO 38423) — especialista em Cirurgia Ortognática e Cirurgia Maxilo Facial; Mestre em Cirurgia Maxilo Facial; e Doutorando em Cirurgia Maxilo Facial pela Faculdade de Odontologia de Araraquara (Unesp);  além de coordenador do serviço de Cirurgia e Traumatologia Facial do Hospital Casa de Saúde Santos e Coordenador do Departamento de Cirurgia Maxilo Facial (CETAO-SP); e
  • A Odontóloga Dra. Regina Márcia Dau Salmen (CRO36475) — especialista em Cirurgia e Traumatologia Buco Maxilo Facial (PUCC); Cirurgia Ortognática (Universidade de Havana); Prótese Dentária; Disfunção Temporomandibular e Dor Oro Facial.

Gostaria de mais informações sobre a Clínica Acesse: facecare.com.br!