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Você está escovando os dentes corretamente?

Você está escovando os dentes corretamente?

Você já deve saber que uma das formas de evitar cáries, mau hálito e outros problemas bucais, é escovar os dentes sempre após cada refeição, certo? E se é isso mesmo que você faz, parabéns! 

Entretanto, vale salientar que todos os benefícios da escovação só serão alcançados se esta estiver sendo realizada corretamente! 

Você está escovando os seus dentes da maneira certa? Ficou na dúvida? Então, vamos lá, entender sobre o assunto! 

Por que dar atenção à escovação bucal?

Escovar os dentes regularmente — e da maneira correta — é uma das principais formas de eliminar a chamada placa bacteriana. Ela se forma naturalmente na boca, e se trata do acúmulo de bactérias na superfície dos dentes. Bem por isso, se a placa bacteriana não for eliminada diariamente, ela gera problemas como:

  • Cáries;
  • Tártaro;
  • Inflamação das gengivas — que, em uma primeira fase, é conhecida por gengivite, situação em que as gengivas ficam vermelhas e sangram; e, em uma segunda fase, por periodontite ou piorreia, afetando o osso e as fibras de suporte.

Além disso, o acúmulo de placa bacteriana é uma das condições que contribuem para o mau hálito.

Evitando problemas: Para começar, escova e pasta de dente!

Para começo de conversa, a escolha dos utensílios companheiros no processo de escovação é fundamental!

Quanto à escova de dente

O recomendado pela maioria dos dentistas são as escovas de cerdas macias. Elas são capazes de remover a placa bacteriana e os resíduos alimentares sem machucar a gengiva, ou desgastar os dentes. Ainda, prefira as com cabeças menores e arredondadas — elas conseguem alcançar melhor todas partes da boca.

Não esqueça, porém, que o ideal é que se troque a escova de dentes a cada três meses ou, então, quando se nota que ela está ficando desgastada. Aconselha-se, também,  a troca da escova após uma gripe ou resfriado, por exemplo — isso porque os germes podem aderir às cerdas e aumentar o risco de novas infecções.

Quanto à pasta de dente

Aqui, a regra geral é que os cremes dentais possuam flúor. A substância é eficiente no combate às doenças bucais, contribuindo, desta forma, para manter os dentes fortes e resistentes.

Entretanto, existe no mercado uma grande variedade de pastas de dente — dentre elas, aquelas voltados a combater problemas específicos (além da cárie, da gengivite e do tártaro), como é o caso de manchas e sensibilidade.

Para orientações mais específicas nesse aspecto, o ideal é conversar com o seu dentista. Mediante uma avaliação, ele indicará o melhor creme dental para a sua situação. 

Na escovação…

No que se refere diretamente ao processo de escovar os dentes, tenha em mente que, para uma escovação eficiente, é necessário abranger quatro regiões da boca: a superior direita; a superior esquerda; a inferior direita; e a inferior esquerda.

E não tenha pressa — em geral, uma boa escovação dura em torno de dois minutos, mas fique à vontade para estendê-la, se achar necessário. 

Para iniciar a higienização, escolha um dos extremos da boca e, com a escova, faça movimentos circulares (que vão da gengiva à ponta dos dentes). Percorra, desta forma, até o outro extremo. O ideal são cerca de dez movimentos a cada dois dentes. Faça isso nas superfícies internas e externas dos dentes, e certifique-se de abranger bem as quatro regiões bucais. 

Em seguida, escove as superfícies de mastigação dos dentes com movimentos curtos de vaivém.

Durante todo o processo de escovação, é fundamental dar bastante atenção à margem gengival, aos dentes posteriores, que são os mais difíceis de alcançar, bem como às regiões ao redor de restaurações e coroas.

Ainda, não esqueça de escovar a língua — com movimentos para trás e para frente, desde a base até à ponta. Isso irá ajudar na eliminação das bactérias no setor e, por consequência, refrescará o hálito.     

Outros passos para uma boa higienização bucal

O uso do fio dental e do enxaguante bucal, bem como os cuidados com a alimentação e as visitas regulares ao dentista são outros pontos importantes na hora de cuidar da saúde da cavidade oral. Para saber mais sobre cada um deles, acesse: “Como manter uma boa rotina de higiene bucal?“.

Ainda, para ficar por dentro de assuntos como esse, acompanhe o blog da Oral Face Care, e mantenha-se sempre bem informado sobre assuntos envolvendo dentes, arcada dentária, mandíbula, esqueleto da face e muito mais!   

Como manter uma boa rotina de higiene bucal?

Como manter uma boa rotina de higiene bucal?

Muitas vezes, a chave para evitar problemas mais sérios está em cultivar hábitos simples, não é mesmo? Pois bem, conte-nos… como anda a sua higiene bucal?

O que uma coisa tem a ver com a outra? Vamos explicar! 

Você já deve saber que não higienizar a área da boca corretamente pode resultar em cáries, tártaro, mau hálito e, até, a perda de dentes — condições que nem sempre possuem soluções fáceis, rápidas ou, mesmo, baratas. 

No entanto, não para por ai…

Uma higiene bucal deficiente pode resultar em complicações ainda maiores, que vão desde doenças periodontais — como a gengivite, por exemplo — até prejudicar a saúde de quem sofre com problemas como doenças cardíacas, diabetes, gastrite e artrite. Além, ainda, de aumentar o risco de complicações no sistema respiratório.

O que acontece é que focos de infecções na boca podem levar as bactérias para o resto do organismo.  E isso, obviamente, não é nada bom.

A melhor parte, no entanto, é que, em muitos casos, complicações como essas podem ser evitadas se o paciente se dedicar a manter uma boa rotina de higiene bucal! Vamos, então,  aprender a fazer isso?

Como manter uma boa rotina de higiene bucal

Dentre os hábitos preventivos — para evitar desde as consequências mais leves, até as complicações mais sérias — estão: 

►A escovação diária dos dentes

É básico para a saúde bucal: escovar diariamente os dentes, sempre após cada refeição, com creme dental que contenha flúor. É necessário passar a escova de dente em todas as partes — desde as faces dos dentes, até as zonas de mastigação.

Não esqueça de escovar também a língua para remover as bactérias da região e evitar o mau hálito. Lembre-se, ainda, de trocar a sua escova de dente pelo menos a cada três meses.  

►O uso do fio dental

O uso do fio dental também deve ser feito diariamente. Com cuidado, é preciso passar o fio entre os dentes, deslizando-o para cima e para baixo, seguindo todas as curvas. Deve-se limpar bem a região próxima à linha da gengiva, no entanto, é necessário tomar cuidado para não fazer força exagerada contra ela.

Ainda, para cada dente a ser limpo, deve-se utilizar uma parte nova do pedaço de fio dental que se tem em mãos.

Estão disponíveis no mercado dois tipo principais de fio dental: o de nylon (ou multifilamento); e o fio PTFE (monofilamento). Ambos, quando usados corretamente, são capazes de remover a placa bacteriana (causadora das cáries e da gengivite) e os resíduos de alimentos que ficam entre os dentes. O primeiro, contudo, como é composto por muitas fibras de nylon, pode, por vezes, rasgar ou desfiar — principalmente quando se trata de dentes muito juntos.

►O uso de enxaguante bucal 

Os enxaguantes bucais não são de uso obrigatório na higiene da cavidade oral, entretanto, funcionam como bons complementos de limpeza da região. Eles contribuem para a redução das bactérias na boca e para manter os dentes e gengivas saudáveis. 

Mas, atenção: para utilizar o produto, é importante que, primeiro, seja feita uma consulta a um especialista, para saber se há indicação para o uso do antisséptico no seu caso em particular.

As recomendações de uso do enxaguante em questão serão passadas pelo profissional consultado — questões como frequência, volume e tempo de uso, por exemplo, podem variar conforme o produto e a necessidade individual de cada paciente.

►Os cuidados com a alimentação

Engana-se quem pensa, ainda, que a alimentação nada tem a ver com a saúde bucal. O ideal, tanto para evitar problemas relacionados à cavidade oral quanto à saúde em geral, é ingerir alimentos balanceados, e evitar comer entre as refeições principais — especialmente, doces.

Alimentos ricos em fibras, por exemplo, possuem a capacidade de promover a autolimpeza dos dentes. É uma das formas de contribuir para a não formação da placa bacteriana. Já os ricos em cálcio ajudam a deixar os dentes fortes — a vitamina D, por sua vez, contribui para a absorção do cálcio.

Outro ponto crucial, aqui, é o consumo de água, que ajuda na eliminação dos detritos, açúcares e ácidos.   

►As visitas semestrais ao dentista 

Em outro de nossos posts — “De quanto em quanto tempo devo visitar meu dentista?” — explicamos que “em geral, a recomendação dos especialistas e das organizações de saúde é que a visita ao consultório do médico dentista seja feita a cada seis meses — para que se verifique a saúde bucal, e para que sejam realizados os procedimentos básicos necessárias, como é o caso das limpezas. Esse tempo, porém, pode variar de acordo com o caso de cada paciente”. 

E, então, você anda com a rotina de higiene bucal em dia? Caso você ainda tenha ficado com alguma dúvida sobre o assunto, entre em contato com a Oral Face Care, mande sua mensagem ou marque uma consulta. Estamos à disposição para cuidar do seu sorriso e dessa parte da sua saúde!   

Implante dentário: Quando não posso fazer?

Implante dentário: Quando não posso fazer?

Em termos de qualidade de vida, os implantes dentários estão entre as melhores opções quando há necessidade de substituir a perda de um ou mais dentes. A técnica se trata do uso de uma peça em titânio  um cilindro rosqueável — que é fixada dentro do osso para substituir a raiz do dente perdido.

Aos implantes dentários ainda são conectados as próteses dentárias, feitas em porcelana, e que substituem a coroa dentária que foi perdida — ou seja, aquela porção superior do dente.  

Todo esse processo devolve ao paciente a sensação de dentes naturais, tanto em relação à estética quanto à funcionalidade. No entanto —e infelizmente — existem, sim, contraindicações para a colocação desses implantes. E é sobre elas que vamos falar no nosso post de hoje!

Situações em que o implante dentário não é indicado

Ainda que você esteja decidido pelo procedimento, a colocação do implante dentário depende dos resultados colhidos durante a avaliação do seu dentista.

Para que a técnica seja possível, é preciso, por exemplo, que o paciente tenha um osso capaz de sustentar tanto a peça em titânio quanto a prótese que vai sobre ela; bem como, que ele tenha espaço entre os dentes, e entre a gengiva e o chamado dente antagonista — aquele dente correspondente ao perdido, que está no maxilar oposto (inferior ou superior).

Além disso, outras condições podem impedir a realização do implante. Tais como: 

►Diabetes descontrolada

A doença, quanto descontrolada, interfere no processo de cicatrização e, também, na osseointegração (união estável e funcional entre o osso e a peça de titânio) do implante — situação que pode aumentar as chances do paciente ter infecção ou de o implante dentário não funcionar.

A diabete controlada, por sua vez, não costuma apresentar impedimentos para a realização do implante dentário. Claro, desde que seja feito o tratamento adequado à situação.

Uso de medicação com bifosfonatos

Essas medicações costumam ser usadas por quem sofre com a osteoporose ou por quem tem ou já teve câncer nos ossos.

Substâncias como o bifosfonato aumentam as chances de o paciente desenvolver um problema chamado osteonecrose — que é a morte de uma região do osso, por conta da interrupção do seu suprimento de sangue, causando, então, o que se chama de infarto ósseo.

►Fase de crescimento ósseo

A indicação é de que, para realizar procedimentos com implante dentário, o médico certifique-se que o paciente não está mais em fase de crescimento ósseo. Em geral, chega-se ao fim dessa fase antes dos 18 anos, no entanto, é fundamental a avaliação do profissional nesse sentido, já que cada organismo funciona de maneira particular.  

Tabagismo

Pacientes fumantes não são, necessariamente, proibidos de colocar implantes dentários. Contudo, o indicado é que o uso do tabaco seja interrompido por, pelo menos, 14 dias antes do dia do procedimento.

Além disso, se você é um desses pacientes, esteja ciente de que, como fumante, você possui maior propensão a falhas de osseointegração dos implantes. Isso acontece por conta das alterações químicas dos tecidos e células da região.

Ainda, assim, mesmo que a osseointegração não falhe, ela costuma acontecer de forma mais lenta do que a que acontece em pacientes não fumantes, por exemplo.

O implante dentário também é contraindicado (em grau absoluto ou relativo) para pacientes que apresentam: 

  • Distúrbios da coagulação sanguínea;
  • Anemias;
  • Sistema imunológico baixo;
  • Cardiopatias;
  • Hipertonia dos músculos da mastigação 
  • Perturbações psíquicas graves;
  • Distúrbios metabólicos do osso — como enfermidade de Paget e disprasia fibrosa;
  • Dismorfobia ou Transtorno Dismórfico Corporal — que se trata de um transtorno psicológico em que o paciente acredita ter defeitos físicos que não possui, ou, mesmo, que possui, mas em um nível bem menos acentuado do que imagina;
  • Hipertensão e outras doenças do coração;
  • Desordem de sangramento;
  • Estomatites e outras doenças da cavidade oral;
  • Tumores em tratamento;
  • Tuberculose;
  • Doenças de prognóstico incerto;
  • Problemas como alcoolismo ou dependência em outras drogas e narcóticos; e
  • Histórico recente (de cerca de menos de um ano) de Acidente Vascular Cerebral (AVC) ou enfarte agudo do miocárdio.

Quanto às pacientes gestantes, elas podem realizar o procedimento mediante liberação médica.

Para saber exatamente se o implante dentário é indicado para o seu caso, entre em contato com a Oral Face Care e marque uma consulta. Assim, os especialistas da clínica poderão avaliar especificamente o seu caso! 

Como as resinas podem ajudar nas imperfeições dentárias?

Como as resinas podem ajudar nas imperfeições dentárias?

Quem não gostaria de ter aquele sorriso perfeito, que atire a primeira pedra! Esse ainda é um sonho para muita gente. Se for o seu caso, saiba que é possível!

Hoje em dia, existem diversas técnicas capazes de corrigir as mais variadas imperfeições. Você já ouviu falar, por exemplo, do uso de resinas para tratamentos dentários (além da utilização delas em restaurações)?

Esse é o assunto do nosso post de hoje!  

Como as resinas podem ser utilizada nos tratamentos dentários

Lembra daquela massinha branca que o dentista colocava no seu dente quando você era criança? Pois, então, não é mais só para isso que ela é usada hoje em dia. 

Agora, além das restaurações, as resinas dentárias também são um recurso utilizado nos consultórios odontológicos, principalmente para pacientes que desejam melhorar a estética do sorriso. A técnica se trata de uma alternativa (que sai mais em conta) às facetas em porcelana e às lentes de contato dental—no entanto, é ela recomendada apenas para quem não necessita de correções muito profundas.  

Com as resinas, é possível, por exemplo: 

  • Fechar os espaços entre os dentes, especialmente os da frente, chamados de diastemas; e
  • Corrigir a cor e o formato dos dentes (desde que não estejam em estágio muito avançado). 

Sim, a substância é uma opção para acabar com aquele sorriso amarelado!  Em casos mais simples, é possível, até, corrigir imperfeições no alinhamento dos dentes. 

Vale destacar que para a aplicação de resina, não é necessário desgastar os dentes — sendo assim, a substância pode ser removida, quando necessário, sem causar danos.

Quanto à durabilidade e resistência das resinas

A rapidez do tratamento, bem como da obtenção dos resultados desejados estão entre as vantagens do uso das resinas nos procedimentos odontológicos. A técnica é perfeita para casos de urgências estéticas, como entrevistas de empregos, uma sessão de fotos ou um evento importante. Outro benefício desse processo é o fato de ele sair bem mais em conta para o bolso dos pacientes — isso quando comparado com tratamentos utilizando facetas em porcelana ou lentes de contato dental, por exemplo. 

Contudo, como há prós, também há contras no que se refere ao uso das resinas! E a durabilidade e a resistência estão entre eles.

Nos dois aspectos, as resinas perdem para as facetas de porcelana, por exemplo. Visto que elas estão mais suscetíveis a fraturas, principalmente nos casos em que os pacientes possuem hábitos como morder canetas ou lápis, ou roer unhas. As resinas também amarelam mais rápido, em especial, com a ingestão frequente de cafés, chás ou outros alimentos pigmentados.

O brilho é outro ponto que costuma durar menos tempo (na comparação com as facetas de porcelana). O que acontece é que o material das facetas de resina é composto de polímeros com uma quantidade de vidro. Além disso, elas possuem base plástica. Sendo assim, é natural que percam o brilho e necessitem de repolimento com o passar do tempo.

Vale salientar que os estudos relacionados ao procedimento com facetas de porcelana constataram uma durabilidade em torno de dez anos. Já os dados, nesse sentido, a respeito das facetas de resina são inconclusivos — a resistência e durabilidade da técnica depende muito dos hábitos e cuidados com a saúde bucal de cada paciente. 

A avaliação cuidadosa dos prós e contras é fundamental para escolher qualquer tipo de procedimento, seja ele estético ou funcional. Além, claro, de contar com a orientação e indicação de um profissional qualificado no assunto.

Quer saber se aplicação de resina é o procedimento mais indicado para o seu caso? Então, entre em contato com a Oral Face Care, marque uma consulta e tire todas as suas dúvidas.  

A clínica está presente nas cidades de Santos (SP) e São Paulo (SP), conta com consultórios equipados com o que há de mais moderno no mercado, e com especialistas altamente qualificados. Entre eles está o Coordenador da Oral Face Care, o Prof. Dr. Fued Samir Salmen (CRO38423); e a Odontóloga Dra. Regina Márcia Dau Salmen (CRO36475).

Ainda, para ficar por dentro de mais assuntos como esse do post de hoje, acompanhe o blog da Oral Face. Nele, você encontra conteúdos relacionados à saúde bucal, dentes, arcada dentária, mandíbula, esqueleto da face e muito mais!

De quanto em quanto tempo devo visitar meu dentista?

De quanto em quanto tempo devo visitar meu dentista?

Você lembra qual foi a última vez que visitou um dentista?

Verificar, periodicamente, a saúde dos dentes é fundamental. Os estudos relacionados ao assunto, no entanto, são bastante inconclusivos sobre qual a frequência adequada desta prática.

Em geral, a recomendação dos especialistas e das organizações de saúde é que a visita ao consultório do médico dentista seja feita a cada seis meses — para que se verifique a saúde bucal, e para que sejam realizados os procedimentos básicos necessárias, como é o caso das limpezas. Esse tempo, porém, pode variar de acordo com o caso de cada paciente.      

Pacientes que apresentam algum problema em específico ou, mesmo, que tenham propensão a desenvolver problemas periodontais, por exemplo, podem ser aconselhadas a fazer uma visita ao dentista mais vezes por ano. Outros, que possuem a saúde bucal em dia e estável, podem planejar o retorno conforme a orientação dada pelo médico.

Ou seja, a frequência ideal de visitas ao dentista deve ser adaptada conforme cada situação, de acordo com o quadro individual de saúde bucal de cada paciente. Esse tempo deve ser estabelecido em um diálogo entre paciente e dentista. 

Mais uma vez, para reforçar:na falta dessa avaliação particular, a recomendação das organizações de saúde é a realização de umcheck-up a cada seis meses — até para rever hábitos higiênicos e alimentares.

Os benefícios da visita regular ao dentista

Visitas regulares ao dentista são a forma de prevenir ou identificar a necessidade de tratamentos ortodônticos ou estéticos, bem como da higienização profunda dos dentes e região.

Os exames feitos durante a consulta ajudam a prevenir aqueles problemas bucais comuns, como a cárie, por exemplo, e demais doenças periodontais. Eles também são essenciais para prevenir ou diagnosticar doenças mais graves, como é o caso do câncer de boca.

E, mesmo que o dentista não identifique nenhum problema no momento da avaliação bucal, mesmo que não seja necessário fazer nenhum tipo de limpeza na região, a visita regular ao dentista ainda é útil para que o especialista reforce alguns pontos relacionados à manutenção da saúde bucal — entre eles, hábitos higiênicos, como a escovação correta dos dentes e o uso do fio dental, por exemplo; e, até mesmo, os cuidados com a alimentação que podem ajudar nesse processo. 

No caso das crianças 

No caso das crianças, vale salientar que o recomendado é que a primeira consulta ao dentista seja realizada assim que nascer o primeiro dente de leite. No consultório, o dentista poderá orientar os pais ou responsáveis sobre a melhor forma de proteger e cuidar dos dentes do pequeno, e de quanto em quanto tempo serão necessárias novas consultas para evitar cáries e demais problemas bucais.

Vale lembrar, ainda, que os dentes permanentes ficam mais vulneráveis a cáries logo que nascem. Sendo assim, é importante levar a criança ao dentista com bastante frequência (estabelecida pelo especialista consultado), especialmente entre os seis e oito anos de idade. 

Para orientações mais específicas sobre a frequência adequada das visitas aos dentista, entre em contato com a Oral Face Care e marque uma consulta. Assim, nossos especialistas podem avaliar o seu caso em particular.  

A Oral Face conta com consultórios equipados com o que há de mais moderno no mercado; e com especialistas altamente qualificados — entre eles,o Coordenador da Oral Face Care, em Santos e São Paulo, Prof. Dr. Fued Samir Salmen (CRO38423); e a Odontóloga Dra. Regina Márcia Dau Salmen (CRO36475).

Ainda, para ficar por dentro de mais assuntos como esse de hoje, acompanhe o blog da clínica. Nele, você encontra conteúdos relacionados à saúde bucal, dentes, arcada dentária, mandíbula, esqueleto da face e muito mais! 

Mitos e verdades sobre clareamento dental

Mitos e verdades sobre clareamento dental

Aquele sorriso meio amarelado está incomodando você? Quer deixar os dentes mais claros, pensou em fazer um clareamento dental, mas está inseguro quanto ao procedimento?

Então, o assunto do nosso post de hoje é especialmente para você. Confira oito mitos e verdades sobre a técnica e os seus resultados.

Vamos lá? 

1) Sensibilidade: O clareamento dental deixa os dentes mais sensíveis?  

Parcialmente verdade! Isso pode acontecer durante a sessão de clareamento ou por um período após ela ser realizada.

O clareamento dos dentes é resultado de uma reação química do contato entre o gel clareador e o pigmento que escurece o dente. Então, é possível que o paciente sinta uma espécie de choque nos dentes. Existem, no entanto, produtos e técnicas que são capazes de amenizar bastante esse tipo de problema.

Além disso, essas sensibilidades são passageiras e, normalmente, o dentista consegue controlar o tempo da sessão de clareamento fazendo com que a dor nem aconteça ou seja muito leve. 

2) Enfraquecimento: O procedimento enfraquece os dentes ou estraga o esmalte?   

Mito! O clareamento dental não é abrasivo, ou seja, não desgasta os dentes. 

Mais uma vez: O procedimento consiste em uma reação química na qual o gel clareador age no pigmento que ocasiona o escurecimento dental. Sendo assim, a técnica não altera a estrutura dos dentes, apenas age nas substâncias impregnadas neles.

3) Alimentos corantes: É necessário parar de consumir alimentos ou bebidas corantes — como café, refrigerante e vinho, por exemplo?

Parcialmente verdade! Em geral, a indicação é que alimentos ou bebidas com excesso de corante sejam evitados durante o tratamento clareador.

Produtos como café, vinho tinto, chá preto, refrigerantes, suco de uva, frutas cítricas (limão, laranja, kiwi, abacaxi), açaí, molho shoyo, entre outros, podem prejudicar o resultado final do clareamento.

Ainda, quem quiser prolongar os resultados do clareamento dental deve, ao menos, reduzir o consumo desses produtos, mesmo depois de finalizar o procedimento clareador — visto que eles causam o escurecimento gradativo dos dentes em qualquer época.

4) Restaurações: As restaurações já existentes precisam ser trocadas? 

Parcialmente verdade! O que acontece é que a ação do agente clareador não penetra na cor das restaurações. Desta forma, os dentes que as possuem acabam ficando mais escuros do que os demais.

Nesses casos, dependendo da posição do dente em questão, pode acontecer a desarmonia estética. Esta, por sua vez, pode ser resolvida com a troca ou o retoque da restauração. 

5) Método: O método de clareamento mais eficaz é mesmo o a laser?

Nem mito, nem verdade! Calma, vamos explicar…

O clareamento a laser é, sim, mais eficaz em termos de rapidez — ele tende a clarear os dentes mais rapidamente. Contudo, ele também possui menor poder de penetração do que os tratamentos caseiros. Sendo assim, o mais indicado pelos dentistas é a combinação das duas técnicas.  

Ou seja, o paciente recebe uma sessão de clareamento no consultório médico. E também recebe um molde, que é pré-fabricado, para fazer a aplicação caseira (pelo período indicado pelo dentista) do gel de peróxido. Feito isso, retorna ao consultório para fazer as avaliações do procedimento.

Vale reforçar que no clareamento caseiro também é fundamental a avaliação e orientação do dentista. 

6) Receitas caseiras funcionam para clarear os dentes?

Mito! Em primeiro lugar, não confunda receitas caseiras com tratamento caseiro.

O tratamento caseiro é o que citamos acima, já as receitas são baseadas na utilização de produtos como bicarbonato de sódio, limão, água oxigenada, sal, casca de laranja, entre outros. E, não, eles não possuem o poder de clarear os dentes.

O que acontece é que alguns desses ingredientes possuem efeito abrasivo, ou seja, eles até podem proporcionar polimento da superfície externa do dente (esmalte), mas não devolvem a ele a sua cor natural. 

7) Cremes dentais: Os cremes dentais branqueadores podem promover o mesmo efeito do clareamento?

MIto! A quantidade de agentes ativos clareadores contida nos cremes dentais branqueadores é bem pequena. Eles possuem, sim, efeito abrasivo, que desgasta a superfície do esmalte, e remove manchas externas, por isso dão a impressão de dentes mais brancos. 

8) Cor: Meu dentes vão mesmo ficar bem branquinhos após o tratamento?

De novo — Nem mito, nem verdade!

O clareamento dental respeita o tom natural do dente do paciente. E, em geral, as pessoas têm, naturalmente, dentes brancos, amarelos ou cinzas.

Desta forma, quem possui dentes cinzas, conseguirá, através do clareamento, dentes em um tom cinza mais claro. Quem tem dentes naturalmente amarelos, conseguirá chegar a um tom amarelo mais claro. E, por fim, quem tem dentes naturalmente brancos, aí sim, conseguirá dentes bem branquinhos.

Após o clareamento os dentes poderão ficar de dois a três tons mais claros do que o tom atual. Para evitar expectativas fora da realidades, é fundamental que o dentista mostre ao paciente em que cor está atualmente os seus dentes e, em seguida, em que tom eles ficarão após o procedimento clareador. 

Contraindicações

Vale salientar que o clareamento dental é contraindicado a:

  • Gestantes e lactantes;
  • Menores de 15 anos — situação em que o esmalte do dente ainda não está completamente formado;  
  • Quem possui muitas restaurações nos dentes;
  • Quem apresenta patologias periodontais (doenças na gengiva); 
  • Quem possui rizogênese incompleta (quando a raiz do dente permanente não completou sua formação); 
  • Pacientes com retração gengival; e
  • Quem é alérgico às substâncias químicas presentes nos produtos utilizados para clarear os dentes — como os peróxidos de carbamida e de hidrogênio. 

Para essas situações específicas, existem outras opções de tratamentos voltadas a devolver a cor natural dos dentes — como, por exemplo, a colocação de lentes de contato dental.

Então, ainda ficou com alguma dúvida sobre o clareamento dental? Então, entre em contato com a Oral Face Care, fale com os nossos especialistas ou marque a sua consulta!