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Diastema: O que é e como tratar?

Diastema: O que é e como tratar?

Você já ouviu falar em “diastema“? O termo refere-se aquele espaço que se forma entre os dentes — em especial, entre os os dois dentes centrais superiores. Em geral, trata-se de um desajuste na harmonia do sorriso.

Essa “janelinha”, no entanto, divide opiniões — há aqueles que se incomodam com ela; todavia, há, também, quem a considere um traço característico, um charme. 

Independentemente de qual seja o seu ponto de vista a respeito desse desajuste, vale ressaltar que é importante que a origem do “problema” seja investigada, ainda que apenas para descartar a necessidade corrigi-lo.   

Mas, vamos, então, saber mais sobre o assunto. A seguir falaremos sobre as causas e tratamentos do diastema. Acompanhe!

Por que acontece o diastema

Dentre as causas do diastema, podem estar:

  • Uma característica que tende a ser de origem genética, que é a desproporção entre o tamanhos dos maxilares e o tamanho dos dentes
  • A ausência da erupção de algum dente (agenesia), ou a perda de algum dente (nesse caso, pode haver o afastamento dos dentes, por conta da existência do espaço excedente); 
  • A anormalidade no chamado freio labial — aquele tecido que vai do lábio à gengiva, até onde se localizam os dois dentes frontais superiores; 
  • Os hábitos que exercem pressão sobre os dentes — como, por exemplo, no caso das crianças, chupar o dedo, usar chupeta e mamadeira; 
  • A pressão da língua sobre os dentes;
  • Os problemas de alinhamento e oclusão; e
  • Também, a respiração bucal — o que acontece é que respirar pela boca diminui a pressão dos lábios sobre os dentes, o que contribui para a formação dos diastemas.

Além disso, os diastemas ainda podem estar ligados a certas doenças periodontais, entre outros distúrbios — tais como a Síndrome de Down (trissomia 21), a Doença de Paget, a Acromegalia ou gigantismo e a Osteomalacia.

Como tratar o diastema

Tratar o diastema nem sempre é apenas uma questão de estética. Por vezes, o problema é de ordem funcional ou está relacionado à má oclusão — desta forma, exigindo correção.

O dentes separados podem, por exemplo, levar algumas pessoas a distúrbios fonéticos, como a produção de sons indesejáveis e a dificuldade de entonação. Os diastemas ainda podem aumentar as chances do aparecimento de problemas e doenças bucais causadas pelo acúmulo de alimentos entre os dentes (visto que esses restos alimentares podem ficar depositados mais facilmente nesses espaços), inclusive, podendo provocar inflamações na gengiva. Nesses casos, os cuidados com a escovação, o uso do fio dental, e a higiene bucal, em geral, são ainda mais importantes.  

Mas como essa correção é feita? Bom, vamos lá!

Aqui, vale destacar que, quando se fala em tratamento do diastema, é fundamental que a origem do problema seja levada em conta pelo profissional responsável.  

Na maioria dos casos, para  unir os dentes que estão dentes afastados, recorre-se aos tratamento com aparelhos ortodônticos. Existem, no entanto, outras opções. Dentre elas: 

  • Realizar restaurações usando resina composta para o fechamento dos espaços — procedimento que pode ou não ser associado ao tratamento ortodôntico;  
  • Fazer uso de porcelana, prótese fixa ou colocação de implantes no espaços entre os dentes (indicado apenas para adultos);
  • Usar lentes de contato dental
  • Realizar uma frenectomia — procedimento cirúrgico para reposicionamento ou redução do freio labial, para permitir maior flexibilidade do lábio (também pode ser associado ao tratamento ortodôntico;  
  • Extrair os dentes a mais que se desenvolvem nos maxilares — visto que estes, muitas vezes, são a causa para o posicionamento errado dos demais dentes; e
  • Realizar uma gengivoplastia — cirurgia de gengiva necessária que ajuda a equilibrar a harmonia da estética gengival com a dental, quando o objetivo é fechar o espaço existente entre os dentes.

Vale lembrar, contudo, que, após a realização de qualquer um dos procedimentos de tratamento do diastema, é fundamental seguir todas as recomendações médicas.

Se você ainda ficou com alguma dúvida sobre este assunto, e gostaria de saber mais sobre diastema, entre em contato com a Oral Face Care, ou marque uma consulta com os especialistas da clínica! A Oral Face está presente nas cidades de Santos (SP) e São Paulo (SP) e conta com profissionais qualificados e consultórios equipados com o que há de mais moderno no mercado.

Como escovar os dentes com aparelho ortodôntico corretamente?

Como escovar os dentes com aparelho ortodôntico corretamente?

Os aparelhos ortodônticos são um ótimo recurso para quem quer corrigir a posição dos dentes, e melhorar a aparência do sorriso. No entanto, só quem usa (ou já usou) um sabe que limpá-lo após as refeições nem sempre é uma tarefa fácil.

Sem dedicar-se à escovação, porém, você pode prejudicar, e muito, a sua saúde bucal. O acúmulo dos restos alimentares nos aparelhos dentais são capazes de deixar seus dentes manchados, cariados, bem como causar mau hálito, desenvolver gengivites, dentre outras doenças periodontais.

Justamente para evitar consequências como essas, o assunto do nosso post de hoje é sobre como escovar os dentes com aparelho. Vamos lá? 

Como escovar os dentes com aparelho ortodôntico

Escolhendo as ferramentas

Escovar os dentes com aparelho ortodôntico é uma tarefa que exige a utilização das ferramentas certas — o tipo adequado de escova de dentes, por exemplo, pode facilitar a sua vida.

Nesse sentido, existe no mercado a chamada escova ortodôntica. Ela foiespecialmente desenvolvida para quem usa aparelho, pois possui cerdas em corte “V”, que são capazes de promover uma limpeza melhor entre os dentes e ao redor dos braquetes.

Vale salientar, contudo, a fundamentalidade de cuidar o tempo de troca desse tipo de escova dental. Assim como acontece com as escovas normais, recomenda-se que, de modo geral, as ortodônticas também sejam trocadas a cada três meses — por questões de higiene e desgaste das cerdas. 

Já, se você optar pela utilização de uma escova tradicional, atente-se para a necessidade de escolher uma com cerdas macias, para não prejudicar as gengivas e, também, para conseguir chegar mais fácil a todos os lugares necessários. Ainda, nesse caso, é preciso escovar os dentes uma vez com as cerdas da escova inclinadas para cima e outra com elas inclinadas para baixo — isso deve ser feito para arcada dentária superior e para a arcada dentária inferior, com o objetivo de limpar os dois lados do aparelho ortodôntico.

Não esqueça, claro, de escovar todas as regiões dos dentes e da boca, independentemente do tipo de escova utilizado. 

A escova de dentes elétrica também é uma boa opção para escovar os dentes com aparelho ortodôntico, visto que elas podem tornar o processo mas rápido e prático — no entanto, ele também só será eficiente se for feito com dedicação.  

Demais cuidados na hora de escovar os dentes com aparelhos ortodôntico

Na hora das escovação:

  • Sempre que possível, retire os elásticos, bem como qualquer outra parte que seja removível do aparelho;
  • Faça movimentos horizontais com a sua escova de dentes; e
  • Faça a limpeza individual para cada um dos dentes.

Ainda, para melhores resultados na higiene bucal de quem usa aparelho ortodôntico, sugere-se iniciar a escovação usando apenas uma escova úmida, mas sem creme dental — a pasta de dente possui componentes importantes para a saúde dos dentes, entretanto, a espuma que se forma pode dificultar a visão a respeito do que se está fazendo. Em um segundo momento (depois de ter utilizado a escova umedecida com água, ao menos para remover os restos alimentares mais visíveis), deve-se, então, adicionar o creme dental para aproveitar os benefícios do flúor, por exemplo. 

Lembre-se, também, de checar todos dentes na frente do espelho após finalizar a escovação — para se certificar de que todos eles tenham ficado limpos. 

Não esqueça o fio dental

Sim, o fio dental é importante para todos! Ele é capaz de chegar onde as cerdas da escova de dentes não alcança. No entanto, essa pode ser um tarefa demorada para quem usa aparelho ortodôntico. 

Mas, existe luz no fim do túnel, e ela se chama passa fio. A ferramenta é semelhante a uma agulha, e facilita a passagem do fio dental por baixo do fio ortodôntico. Feito isto, o fio dental pode ser passado entre os dentes e retirado, higienizando um espaço de cada vez.

“O uso do passa fio é obrigatório”? Não! Este é um acessório que serve para auxiliar e facilitar o processo. Contudo, o paciente pode optar por não utilizá-lo.  

Última dica, aqui: lembre-se de optar por fios dentais encerados, visto que estes deslizam melhor entre os dentes.  

Quanto ao enxaguante bucal

O enxaguante bucal é mais uma das ferramentas que ajudam na higiene bucal. Ele também é importante, todavia, executa papel coadjuvante no processo de limpeza da boca (diferente da escova de dentes, do creme e do fio dental).

Os enxaguantes são ótimos produtos para complementar a higienização bucal, pois contribuem para a redução das bactérias da região, e para manter os dentes e gengivas saudáveis — porém, são opcionais. Para fazer uso deles, contudo, é importante que, primeiro, seja feita uma consulta a um especialista, para saber se há indicação para a utilização do antisséptico no seu caso em particular.

Gostou de saber um pouco mais sobre como escovar os dentes com aparelho ortodôntico? Então, não deixe de acompanhar o blog da Oral Face Care e mantenha-se sempre bem informado sobre todos os assuntos envolvendo dentes, arcada dentária, mandíbula, esqueleto da face e muito mais!   

Qual o melhor modelo de escova de dentes para uma boa higiene bucal?

Qual o melhor modelo de escova de dentes para uma boa higiene bucal?

Escovar os dentes corretamente é muito importante para manter uma boa rotina de higiene bucal. Você sabia, no entanto, que a escolha da escova de dentes também é fundamental nesse processo?

Vamos aprofundar um pouco esse assunto? Hoje, também vamos falar sobre outros cuidados com essa ferramenta fundamental para a higienização bucal. 

Descubra qual o melhor modelo de escova de dentes para uma boa higiene bucal

O objetivo da escova de dentes é alcançar, sem grandes esforços, todos os dentes — o que inclui, obviamente, aqueles de acesso mais difícil, que ficam na parte de trás da arcada dentária. a intenção é remover os restos de alimentos que ficam depositados na boca após as refeições. Bem por isso, escolher uma escova que seja adequada para a sua boca é fundamental.

Atualmente, não são poucos os tipos de escovas de dentes disponíveis no mercado — existem as tradicionais (manuais) e as elétricas, além dos vários tipos de cerdas e tamanhos.  Entretanto, no geral, a recomendação feita pela maioria dos dentistas, é de que sejam utilizadas as escovas de cerdas macias (principalmente no caso das crianças). Isso porque estas conseguem remover a placa bacteriana e os resíduos alimentares sem machucar a gengiva ou, então, desgastar os dentes. Ainda, prefira as com cabeças menores e arredondadas — elas conseguem alcançar melhor todas as partes da boca.

“Mas, as escovas de dente elétricas não são mais eficientes?”

Para essa questão, ainda não se chegou a grandes conclusões. Na verdade, faz-se o alerta para o fato de que a eficiência na escovação depende mais da maneira como os dentes são escovados, e da dedicação a essa tarefa, do que, de fato, se esse processo é feito com uma escova elétrica ou tradicional — ambas funcionam bem.

O modelo elétrico, no entanto, pode ser mais eficiente para quem possui algum tipo de limitação motora capaz de prejudicar a sua higienização bucal. A escova elétrica também pode ser usada para incentivar o hábito da escovação entre as crianças. No entanto, neste caso, ela deve usada pelos pequenos apenas uma vez ao dia — visto que é importante que eles aprendam a escovar os  dentes manualmente e da forma correta.

Quanto a outros cuidados com a escova de dentes 

“É preciso limpar a escova de dentes? Ainda, qual o local ideal para guardá-la?

Sim, recomenda-se higienizar a escova de dentes diariamente, a fim de evitar contaminações pela própria escova (ela pode acumular, nas cerdas, diferentes tipos de microrganismos). A limpeza pode ser feita todos os dias (depois de cada escovação) com água e antissépticos bucais. Lembre-se, contudo, que a consulta a um especialista é importante para saber se você está apto à utilização desse tipo de produto. 

Quanto ao melhor local para guardar a escova de dentes: aconselha-se que ela não seja deixada no banheiro, por conta das bactérias presentes no ambiente — como é o caso dos coliformes fecais espalhados quando, por exemplo, a descarga é acionada. O mais indicado é que a escova de dentes seja mantida fora do banheiro, e em um local limpo. Para quem, mesmo assim, prefere deixá-la no banheiro, a melhor opção mantê-la em um lugar fechado, como dentro de um armário higienizado, por exemplo.

Lembre-se, ainda, de tomar cuidado para não encostar as cerdas da sua escova de dentes nas cerdas da escova de outra pessoa. Essa também é uma maneira de transmissão de bactérias. 

“E quanto ao tempo de uso da mesma escova de dentes?” 

O ideal é que a troca da escova de dentes seja feita a cada três meses ou, então, quando se nota que ela está ficando desgastada. Recomenda-se, também, que se troque a escova após um episódio de gripe ou resfriado, por exemplo — pois, nesses casos, os germes podem aderir às cerdas e aumentar o risco de novas infecções.

Se você gostou de saber um pouco mais sobre o tipo de escova de dentes mais recomendado pelos dentistas, e sobre outros cuidados referentes a ela, não deixe de acompanhar o blog da Oral face. Ele mantém você sempre atualizado sobre os principais cuidados com a higiene bucal, bem como sobre os procedimentos e demais assuntos envolvendo dentes, arcada dentária, mandíbula, esqueleto da face e muito mais!

Você está escovando os dentes corretamente?

Você está escovando os dentes corretamente?

Você já deve saber que uma das formas de evitar cáries, mau hálito e outros problemas bucais, é escovar os dentes sempre após cada refeição, certo? E se é isso mesmo que você faz, parabéns! 

Entretanto, vale salientar que todos os benefícios da escovação só serão alcançados se esta estiver sendo realizada corretamente! 

Você está escovando os seus dentes da maneira certa? Ficou na dúvida? Então, vamos lá, entender sobre o assunto! 

Por que dar atenção à escovação bucal?

Escovar os dentes regularmente — e da maneira correta — é uma das principais formas de eliminar a chamada placa bacteriana. Ela se forma naturalmente na boca, e se trata do acúmulo de bactérias na superfície dos dentes. Bem por isso, se a placa bacteriana não for eliminada diariamente, ela gera problemas como:

  • Cáries;
  • Tártaro;
  • Inflamação das gengivas — que, em uma primeira fase, é conhecida por gengivite, situação em que as gengivas ficam vermelhas e sangram; e, em uma segunda fase, por periodontite ou piorreia, afetando o osso e as fibras de suporte.

Além disso, o acúmulo de placa bacteriana é uma das condições que contribuem para o mau hálito.

Evitando problemas: Para começar, escova e pasta de dente!

Para começo de conversa, a escolha dos utensílios companheiros no processo de escovação é fundamental!

Quanto à escova de dente

O recomendado pela maioria dos dentistas são as escovas de cerdas macias. Elas são capazes de remover a placa bacteriana e os resíduos alimentares sem machucar a gengiva, ou desgastar os dentes. Ainda, prefira as com cabeças menores e arredondadas — elas conseguem alcançar melhor todas partes da boca.

Não esqueça, porém, que o ideal é que se troque a escova de dentes a cada três meses ou, então, quando se nota que ela está ficando desgastada. Aconselha-se, também,  a troca da escova após uma gripe ou resfriado, por exemplo — isso porque os germes podem aderir às cerdas e aumentar o risco de novas infecções.

Quanto à pasta de dente

Aqui, a regra geral é que os cremes dentais possuam flúor. A substância é eficiente no combate às doenças bucais, contribuindo, desta forma, para manter os dentes fortes e resistentes.

Entretanto, existe no mercado uma grande variedade de pastas de dente — dentre elas, aquelas voltados a combater problemas específicos (além da cárie, da gengivite e do tártaro), como é o caso de manchas e sensibilidade.

Para orientações mais específicas nesse aspecto, o ideal é conversar com o seu dentista. Mediante uma avaliação, ele indicará o melhor creme dental para a sua situação. 

Na escovação…

No que se refere diretamente ao processo de escovar os dentes, tenha em mente que, para uma escovação eficiente, é necessário abranger quatro regiões da boca: a superior direita; a superior esquerda; a inferior direita; e a inferior esquerda.

E não tenha pressa — em geral, uma boa escovação dura em torno de dois minutos, mas fique à vontade para estendê-la, se achar necessário. 

Para iniciar a higienização, escolha um dos extremos da boca e, com a escova, faça movimentos circulares (que vão da gengiva à ponta dos dentes). Percorra, desta forma, até o outro extremo. O ideal são cerca de dez movimentos a cada dois dentes. Faça isso nas superfícies internas e externas dos dentes, e certifique-se de abranger bem as quatro regiões bucais. 

Em seguida, escove as superfícies de mastigação dos dentes com movimentos curtos de vaivém.

Durante todo o processo de escovação, é fundamental dar bastante atenção à margem gengival, aos dentes posteriores, que são os mais difíceis de alcançar, bem como às regiões ao redor de restaurações e coroas.

Ainda, não esqueça de escovar a língua — com movimentos para trás e para frente, desde a base até à ponta. Isso irá ajudar na eliminação das bactérias no setor e, por consequência, refrescará o hálito.     

Outros passos para uma boa higienização bucal

O uso do fio dental e do enxaguante bucal, bem como os cuidados com a alimentação e as visitas regulares ao dentista são outros pontos importantes na hora de cuidar da saúde da cavidade oral. Para saber mais sobre cada um deles, acesse: “Como manter uma boa rotina de higiene bucal?“.

Ainda, para ficar por dentro de assuntos como esse, acompanhe o blog da Oral Face Care, e mantenha-se sempre bem informado sobre assuntos envolvendo dentes, arcada dentária, mandíbula, esqueleto da face e muito mais!   

Como manter uma boa rotina de higiene bucal?

Como manter uma boa rotina de higiene bucal?

Muitas vezes, a chave para evitar problemas mais sérios está em cultivar hábitos simples, não é mesmo? Pois bem, conte-nos… como anda a sua higiene bucal?

O que uma coisa tem a ver com a outra? Vamos explicar! 

Você já deve saber que não higienizar a área da boca corretamente pode resultar em cáries, tártaro, mau hálito e, até, a perda de dentes — condições que nem sempre possuem soluções fáceis, rápidas ou, mesmo, baratas. 

No entanto, não para por ai…

Uma higiene bucal deficiente pode resultar em complicações ainda maiores, que vão desde doenças periodontais — como a gengivite, por exemplo — até prejudicar a saúde de quem sofre com problemas como doenças cardíacas, diabetes, gastrite e artrite. Além, ainda, de aumentar o risco de complicações no sistema respiratório.

O que acontece é que focos de infecções na boca podem levar as bactérias para o resto do organismo.  E isso, obviamente, não é nada bom.

A melhor parte, no entanto, é que, em muitos casos, complicações como essas podem ser evitadas se o paciente se dedicar a manter uma boa rotina de higiene bucal! Vamos, então,  aprender a fazer isso?

Como manter uma boa rotina de higiene bucal

Dentre os hábitos preventivos — para evitar desde as consequências mais leves, até as complicações mais sérias — estão: 

►A escovação diária dos dentes

É básico para a saúde bucal: escovar diariamente os dentes, sempre após cada refeição, com creme dental que contenha flúor. É necessário passar a escova de dente em todas as partes — desde as faces dos dentes, até as zonas de mastigação.

Não esqueça de escovar também a língua para remover as bactérias da região e evitar o mau hálito. Lembre-se, ainda, de trocar a sua escova de dente pelo menos a cada três meses.  

►O uso do fio dental

O uso do fio dental também deve ser feito diariamente. Com cuidado, é preciso passar o fio entre os dentes, deslizando-o para cima e para baixo, seguindo todas as curvas. Deve-se limpar bem a região próxima à linha da gengiva, no entanto, é necessário tomar cuidado para não fazer força exagerada contra ela.

Ainda, para cada dente a ser limpo, deve-se utilizar uma parte nova do pedaço de fio dental que se tem em mãos.

Estão disponíveis no mercado dois tipo principais de fio dental: o de nylon (ou multifilamento); e o fio PTFE (monofilamento). Ambos, quando usados corretamente, são capazes de remover a placa bacteriana (causadora das cáries e da gengivite) e os resíduos de alimentos que ficam entre os dentes. O primeiro, contudo, como é composto por muitas fibras de nylon, pode, por vezes, rasgar ou desfiar — principalmente quando se trata de dentes muito juntos.

►O uso de enxaguante bucal 

Os enxaguantes bucais não são de uso obrigatório na higiene da cavidade oral, entretanto, funcionam como bons complementos de limpeza da região. Eles contribuem para a redução das bactérias na boca e para manter os dentes e gengivas saudáveis. 

Mas, atenção: para utilizar o produto, é importante que, primeiro, seja feita uma consulta a um especialista, para saber se há indicação para o uso do antisséptico no seu caso em particular.

As recomendações de uso do enxaguante em questão serão passadas pelo profissional consultado — questões como frequência, volume e tempo de uso, por exemplo, podem variar conforme o produto e a necessidade individual de cada paciente.

►Os cuidados com a alimentação

Engana-se quem pensa, ainda, que a alimentação nada tem a ver com a saúde bucal. O ideal, tanto para evitar problemas relacionados à cavidade oral quanto à saúde em geral, é ingerir alimentos balanceados, e evitar comer entre as refeições principais — especialmente, doces.

Alimentos ricos em fibras, por exemplo, possuem a capacidade de promover a autolimpeza dos dentes. É uma das formas de contribuir para a não formação da placa bacteriana. Já os ricos em cálcio ajudam a deixar os dentes fortes — a vitamina D, por sua vez, contribui para a absorção do cálcio.

Outro ponto crucial, aqui, é o consumo de água, que ajuda na eliminação dos detritos, açúcares e ácidos.   

►As visitas semestrais ao dentista 

Em outro de nossos posts — “De quanto em quanto tempo devo visitar meu dentista?” — explicamos que “em geral, a recomendação dos especialistas e das organizações de saúde é que a visita ao consultório do médico dentista seja feita a cada seis meses — para que se verifique a saúde bucal, e para que sejam realizados os procedimentos básicos necessárias, como é o caso das limpezas. Esse tempo, porém, pode variar de acordo com o caso de cada paciente”. 

E, então, você anda com a rotina de higiene bucal em dia? Caso você ainda tenha ficado com alguma dúvida sobre o assunto, entre em contato com a Oral Face Care, mande sua mensagem ou marque uma consulta. Estamos à disposição para cuidar do seu sorriso e dessa parte da sua saúde!   

Implante dentário: Quando não posso fazer?

Implante dentário: Quando não posso fazer?

Em termos de qualidade de vida, os implantes dentários estão entre as melhores opções quando há necessidade de substituir a perda de um ou mais dentes. A técnica se trata do uso de uma peça em titânio  um cilindro rosqueável — que é fixada dentro do osso para substituir a raiz do dente perdido.

Aos implantes dentários ainda são conectados as próteses dentárias, feitas em porcelana, e que substituem a coroa dentária que foi perdida — ou seja, aquela porção superior do dente.  

Todo esse processo devolve ao paciente a sensação de dentes naturais, tanto em relação à estética quanto à funcionalidade. No entanto —e infelizmente — existem, sim, contraindicações para a colocação desses implantes. E é sobre elas que vamos falar no nosso post de hoje!

Situações em que o implante dentário não é indicado

Ainda que você esteja decidido pelo procedimento, a colocação do implante dentário depende dos resultados colhidos durante a avaliação do seu dentista.

Para que a técnica seja possível, é preciso, por exemplo, que o paciente tenha um osso capaz de sustentar tanto a peça em titânio quanto a prótese que vai sobre ela; bem como, que ele tenha espaço entre os dentes, e entre a gengiva e o chamado dente antagonista — aquele dente correspondente ao perdido, que está no maxilar oposto (inferior ou superior).

Além disso, outras condições podem impedir a realização do implante. Tais como: 

►Diabetes descontrolada

A doença, quanto descontrolada, interfere no processo de cicatrização e, também, na osseointegração (união estável e funcional entre o osso e a peça de titânio) do implante — situação que pode aumentar as chances do paciente ter infecção ou de o implante dentário não funcionar.

A diabete controlada, por sua vez, não costuma apresentar impedimentos para a realização do implante dentário. Claro, desde que seja feito o tratamento adequado à situação.

Uso de medicação com bifosfonatos

Essas medicações costumam ser usadas por quem sofre com a osteoporose ou por quem tem ou já teve câncer nos ossos.

Substâncias como o bifosfonato aumentam as chances de o paciente desenvolver um problema chamado osteonecrose — que é a morte de uma região do osso, por conta da interrupção do seu suprimento de sangue, causando, então, o que se chama de infarto ósseo.

►Fase de crescimento ósseo

A indicação é de que, para realizar procedimentos com implante dentário, o médico certifique-se que o paciente não está mais em fase de crescimento ósseo. Em geral, chega-se ao fim dessa fase antes dos 18 anos, no entanto, é fundamental a avaliação do profissional nesse sentido, já que cada organismo funciona de maneira particular.  

Tabagismo

Pacientes fumantes não são, necessariamente, proibidos de colocar implantes dentários. Contudo, o indicado é que o uso do tabaco seja interrompido por, pelo menos, 14 dias antes do dia do procedimento.

Além disso, se você é um desses pacientes, esteja ciente de que, como fumante, você possui maior propensão a falhas de osseointegração dos implantes. Isso acontece por conta das alterações químicas dos tecidos e células da região.

Ainda, assim, mesmo que a osseointegração não falhe, ela costuma acontecer de forma mais lenta do que a que acontece em pacientes não fumantes, por exemplo.

O implante dentário também é contraindicado (em grau absoluto ou relativo) para pacientes que apresentam: 

  • Distúrbios da coagulação sanguínea;
  • Anemias;
  • Sistema imunológico baixo;
  • Cardiopatias;
  • Hipertonia dos músculos da mastigação 
  • Perturbações psíquicas graves;
  • Distúrbios metabólicos do osso — como enfermidade de Paget e disprasia fibrosa;
  • Dismorfobia ou Transtorno Dismórfico Corporal — que se trata de um transtorno psicológico em que o paciente acredita ter defeitos físicos que não possui, ou, mesmo, que possui, mas em um nível bem menos acentuado do que imagina;
  • Hipertensão e outras doenças do coração;
  • Desordem de sangramento;
  • Estomatites e outras doenças da cavidade oral;
  • Tumores em tratamento;
  • Tuberculose;
  • Doenças de prognóstico incerto;
  • Problemas como alcoolismo ou dependência em outras drogas e narcóticos; e
  • Histórico recente (de cerca de menos de um ano) de Acidente Vascular Cerebral (AVC) ou enfarte agudo do miocárdio.

Quanto às pacientes gestantes, elas podem realizar o procedimento mediante liberação médica.

Para saber exatamente se o implante dentário é indicado para o seu caso, entre em contato com a Oral Face Care e marque uma consulta. Assim, os especialistas da clínica poderão avaliar especificamente o seu caso!