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Você está escovando os dentes corretamente?

Você está escovando os dentes corretamente?

Você já deve saber que uma das formas de evitar cáries, mau hálito e outros problemas bucais, é escovar os dentes sempre após cada refeição, certo? E se é isso mesmo que você faz, parabéns! 

Entretanto, vale salientar que todos os benefícios da escovação só serão alcançados se esta estiver sendo realizada corretamente! 

Você está escovando os seus dentes da maneira certa? Ficou na dúvida? Então, vamos lá, entender sobre o assunto! 

Por que dar atenção à escovação bucal?

Escovar os dentes regularmente — e da maneira correta — é uma das principais formas de eliminar a chamada placa bacteriana. Ela se forma naturalmente na boca, e se trata do acúmulo de bactérias na superfície dos dentes. Bem por isso, se a placa bacteriana não for eliminada diariamente, ela gera problemas como:

  • Cáries;
  • Tártaro;
  • Inflamação das gengivas — que, em uma primeira fase, é conhecida por gengivite, situação em que as gengivas ficam vermelhas e sangram; e, em uma segunda fase, por periodontite ou piorreia, afetando o osso e as fibras de suporte.

Além disso, o acúmulo de placa bacteriana é uma das condições que contribuem para o mau hálito.

Evitando problemas: Para começar, escova e pasta de dente!

Para começo de conversa, a escolha dos utensílios companheiros no processo de escovação é fundamental!

Quanto à escova de dente

O recomendado pela maioria dos dentistas são as escovas de cerdas macias. Elas são capazes de remover a placa bacteriana e os resíduos alimentares sem machucar a gengiva, ou desgastar os dentes. Ainda, prefira as com cabeças menores e arredondadas — elas conseguem alcançar melhor todas partes da boca.

Não esqueça, porém, que o ideal é que se troque a escova de dentes a cada três meses ou, então, quando se nota que ela está ficando desgastada. Aconselha-se, também,  a troca da escova após uma gripe ou resfriado, por exemplo — isso porque os germes podem aderir às cerdas e aumentar o risco de novas infecções.

Quanto à pasta de dente

Aqui, a regra geral é que os cremes dentais possuam flúor. A substância é eficiente no combate às doenças bucais, contribuindo, desta forma, para manter os dentes fortes e resistentes.

Entretanto, existe no mercado uma grande variedade de pastas de dente — dentre elas, aquelas voltados a combater problemas específicos (além da cárie, da gengivite e do tártaro), como é o caso de manchas e sensibilidade.

Para orientações mais específicas nesse aspecto, o ideal é conversar com o seu dentista. Mediante uma avaliação, ele indicará o melhor creme dental para a sua situação. 

Na escovação…

No que se refere diretamente ao processo de escovar os dentes, tenha em mente que, para uma escovação eficiente, é necessário abranger quatro regiões da boca: a superior direita; a superior esquerda; a inferior direita; e a inferior esquerda.

E não tenha pressa — em geral, uma boa escovação dura em torno de dois minutos, mas fique à vontade para estendê-la, se achar necessário. 

Para iniciar a higienização, escolha um dos extremos da boca e, com a escova, faça movimentos circulares (que vão da gengiva à ponta dos dentes). Percorra, desta forma, até o outro extremo. O ideal são cerca de dez movimentos a cada dois dentes. Faça isso nas superfícies internas e externas dos dentes, e certifique-se de abranger bem as quatro regiões bucais. 

Em seguida, escove as superfícies de mastigação dos dentes com movimentos curtos de vaivém.

Durante todo o processo de escovação, é fundamental dar bastante atenção à margem gengival, aos dentes posteriores, que são os mais difíceis de alcançar, bem como às regiões ao redor de restaurações e coroas.

Ainda, não esqueça de escovar a língua — com movimentos para trás e para frente, desde a base até à ponta. Isso irá ajudar na eliminação das bactérias no setor e, por consequência, refrescará o hálito.     

Outros passos para uma boa higienização bucal

O uso do fio dental e do enxaguante bucal, bem como os cuidados com a alimentação e as visitas regulares ao dentista são outros pontos importantes na hora de cuidar da saúde da cavidade oral. Para saber mais sobre cada um deles, acesse: “Como manter uma boa rotina de higiene bucal?“.

Ainda, para ficar por dentro de assuntos como esse, acompanhe o blog da Oral Face Care, e mantenha-se sempre bem informado sobre assuntos envolvendo dentes, arcada dentária, mandíbula, esqueleto da face e muito mais!   

Como manter uma boa rotina de higiene bucal?

Como manter uma boa rotina de higiene bucal?

Muitas vezes, a chave para evitar problemas mais sérios está em cultivar hábitos simples, não é mesmo? Pois bem, conte-nos… como anda a sua higiene bucal?

O que uma coisa tem a ver com a outra? Vamos explicar! 

Você já deve saber que não higienizar a área da boca corretamente pode resultar em cáries, tártaro, mau hálito e, até, a perda de dentes — condições que nem sempre possuem soluções fáceis, rápidas ou, mesmo, baratas. 

No entanto, não para por ai…

Uma higiene bucal deficiente pode resultar em complicações ainda maiores, que vão desde doenças periodontais — como a gengivite, por exemplo — até prejudicar a saúde de quem sofre com problemas como doenças cardíacas, diabetes, gastrite e artrite. Além, ainda, de aumentar o risco de complicações no sistema respiratório.

O que acontece é que focos de infecções na boca podem levar as bactérias para o resto do organismo.  E isso, obviamente, não é nada bom.

A melhor parte, no entanto, é que, em muitos casos, complicações como essas podem ser evitadas se o paciente se dedicar a manter uma boa rotina de higiene bucal! Vamos, então,  aprender a fazer isso?

Como manter uma boa rotina de higiene bucal

Dentre os hábitos preventivos — para evitar desde as consequências mais leves, até as complicações mais sérias — estão: 

►A escovação diária dos dentes

É básico para a saúde bucal: escovar diariamente os dentes, sempre após cada refeição, com creme dental que contenha flúor. É necessário passar a escova de dente em todas as partes — desde as faces dos dentes, até as zonas de mastigação.

Não esqueça de escovar também a língua para remover as bactérias da região e evitar o mau hálito. Lembre-se, ainda, de trocar a sua escova de dente pelo menos a cada três meses.  

►O uso do fio dental

O uso do fio dental também deve ser feito diariamente. Com cuidado, é preciso passar o fio entre os dentes, deslizando-o para cima e para baixo, seguindo todas as curvas. Deve-se limpar bem a região próxima à linha da gengiva, no entanto, é necessário tomar cuidado para não fazer força exagerada contra ela.

Ainda, para cada dente a ser limpo, deve-se utilizar uma parte nova do pedaço de fio dental que se tem em mãos.

Estão disponíveis no mercado dois tipo principais de fio dental: o de nylon (ou multifilamento); e o fio PTFE (monofilamento). Ambos, quando usados corretamente, são capazes de remover a placa bacteriana (causadora das cáries e da gengivite) e os resíduos de alimentos que ficam entre os dentes. O primeiro, contudo, como é composto por muitas fibras de nylon, pode, por vezes, rasgar ou desfiar — principalmente quando se trata de dentes muito juntos.

►O uso de enxaguante bucal 

Os enxaguantes bucais não são de uso obrigatório na higiene da cavidade oral, entretanto, funcionam como bons complementos de limpeza da região. Eles contribuem para a redução das bactérias na boca e para manter os dentes e gengivas saudáveis. 

Mas, atenção: para utilizar o produto, é importante que, primeiro, seja feita uma consulta a um especialista, para saber se há indicação para o uso do antisséptico no seu caso em particular.

As recomendações de uso do enxaguante em questão serão passadas pelo profissional consultado — questões como frequência, volume e tempo de uso, por exemplo, podem variar conforme o produto e a necessidade individual de cada paciente.

►Os cuidados com a alimentação

Engana-se quem pensa, ainda, que a alimentação nada tem a ver com a saúde bucal. O ideal, tanto para evitar problemas relacionados à cavidade oral quanto à saúde em geral, é ingerir alimentos balanceados, e evitar comer entre as refeições principais — especialmente, doces.

Alimentos ricos em fibras, por exemplo, possuem a capacidade de promover a autolimpeza dos dentes. É uma das formas de contribuir para a não formação da placa bacteriana. Já os ricos em cálcio ajudam a deixar os dentes fortes — a vitamina D, por sua vez, contribui para a absorção do cálcio.

Outro ponto crucial, aqui, é o consumo de água, que ajuda na eliminação dos detritos, açúcares e ácidos.   

►As visitas semestrais ao dentista 

Em outro de nossos posts — “De quanto em quanto tempo devo visitar meu dentista?” — explicamos que “em geral, a recomendação dos especialistas e das organizações de saúde é que a visita ao consultório do médico dentista seja feita a cada seis meses — para que se verifique a saúde bucal, e para que sejam realizados os procedimentos básicos necessárias, como é o caso das limpezas. Esse tempo, porém, pode variar de acordo com o caso de cada paciente”. 

E, então, você anda com a rotina de higiene bucal em dia? Caso você ainda tenha ficado com alguma dúvida sobre o assunto, entre em contato com a Oral Face Care, mande sua mensagem ou marque uma consulta. Estamos à disposição para cuidar do seu sorriso e dessa parte da sua saúde!   

Como a DTM pode prejudicar sua qualidade de vida?

Como a DTM pode prejudicar sua qualidade de vida?

Você costuma ter dificuldades de mastigar, ou sentir dor quando faz isso? Ou, então, quando boceja?  Ainda, costuma sentir estalos na mandíbula, ou frequentes dores de cabeça ou dores de ouvido e, até, dores no pescoço?

Pois, essas são algumas das consequências da chamada disfunção ou desordem temporomandibular (DTM), um dos principais assuntos do nosso blog.

Hoje, vamos falar um pouco sobre e a relação da DTM com a qualidade de vida! 

Como a DTM pode prejudicar a qualidade de vida

A DTM se trata de um problema relacionado à articulação temporomandibular (ATM), e que é capaz de interferir muito na qualidade de vida de quem sobre com ela — em especial, porque a disfunção afeta hábitos simples do dia a dia, como falar, mastigar, bocejar, cantar, dentre outros que exigem o movimento da mandíbula ou dos músculos da região. 

Uma lesão ou inflamação na ATM pode levar, por exemplo, à:

  • Dor na hora da mastigação e fala;
  • Estalos na mandíbula;
  • Inchaço nas laterais do rosto;
  • Agravamento no quadro de enxaquecas do paciente; e
  • Dores de ouvido e no pescoço.

Segundo o que destacou o doutor em Reabilitação Oral, Dr. Bruno Furquim, o impacto da DTM na qualidade de vida do paciente ainda se agrava quando os sintomas da desordem se tornam crônicos. “A dor crônica tem a capacidade de alterar o humor e a cognição, causando sérios impactos na produtividade e qualidade de vida, além de contribuir para o sentimento de desamparo e desesperança. Em alguns casos, o paciente pode, inclusive, apresentar medo de movimentar a mandíbula, por exemplo”. Além de prejudicar a quantidade e qualidade do sono do paciente.

Demora no diagnóstico

Vale salientar que, em muitos casos, demora-se a associar problemas como enxaquecas intensas, dores de ouvidos e dores no pescoço a um problema de saúde bucal do paciente, como é a disfunção temporomandibular. Desta forma, demora-se também a se chegar ao tratamento mais adequado e eficiente para resolver tais incômodos.

“O paciente que tem DTM até chegar ao consultório odontológico já passou por diversos profissionais de saúde, porque sente dores que, num primeiro momento, não são associados à saúde bucal, como : dores de cabeças intensas, dores no pescoço e no ouvido, dificuldade para abrir e fechar a boca ou ainda ouvir barulhos ao fazer esse movimento”, acentua outro especialista no assunto, o Dr. Carlos Mecca, Mestre e Especialista em Cirurgia e Traumatologia-Buco-Maxilofacial e Pós-Graduado em DTM e Dor Orofacial.

Relembrando as principais causas da DTM

São diversos os fatores que levam a um quadro de disfunção temporomandibular ou ao agravamento do problema. Entre eles, estão: 

  • Traumas na mandíbula; 
  • Infecções; 
  • Doenças autoimunes;
  • Bruxismo;
  • Fatores psicológicos — como, por exemplo, o estresse, a ansiedade e a depressão, que alteram a contração da musculatura mastigatória;
  • Problemas estruturais presentes no nascimento; 
  • Alguns hábitos parafuncionais;
  • Uso prolongado de aparelhos ortodônticos;
  • Má alimentação;
  • Falta de sono; e
  • Algum tipo de tumor. 

Para saber mais sobre as causas da disfunção temporomandibular, acesse: Quais são as causas da DTM.

Relembrando os tratamentos da DTM

O tratamento das desordens na articulação temporomandibular baseia-se no tratamento da sua causa. Sendo assim, a consulta a um especialista — como um cirurgião-dentista, especializado em DTM — é fundamental. Identificando, especificamente, o que está causando ou agravando o quadro de disfunção no sistema mastigatório, ele poderá traçar a melhor estratégia para corrigir os danos.

Dentre os principais procedimentos para o tratamento da DTM, estão:

  • O tratamento clínico; 
  • As mudanças de hábito dos pacientes;
  • O uso de medicamentos; 
  • A utilização de placas de mordida;
  • O uso de técnicas de relaxamento; e 
  • Cirurgias, em casos extremos.

Para saber mais sobre os tratamentos da disfunção temporomandibular, acesse: Saiba quais são os tratamentos da DTM.

Procurando um especialista

Quando o assunto é disfunção temporomandibular, a Oral Face Care está preparada para ajudar. A clínica está presente nas cidades de Santos (SP) e São Paulo (SP), conta com consultórios equipados com o que há de mais moderno no mercado — e com especialistas altamente qualificados e capacitados para dar a você o melhor atendimentos e as melhores soluções para a DTM. 

Entre os especialistas da Oral Face, estão:

  • O Coordenador da Oral Face Care, em Santos e São Paulo, Prof. Dr. Fued Samir Salmen (CRO 38423) — especialista em Cirurgia Ortognática e Cirurgia Maxilo Facial; Mestre em Cirurgia Maxilo Facial; e Doutorando em Cirurgia Maxilo Facial pela Faculdade de Odontologia de Araraquara (Unesp);  além de coordenador do serviço de Cirurgia e Traumatologia Facial do Hospital Casa de Saúde Santos e Coordenador do Departamento de Cirurgia Maxilo Facial (CETAO-SP); e
  • A Odontóloga Dra. Regina Márcia Dau Salmen (CRO36475) — especialista em Cirurgia e Traumatologia Buco Maxilo Facial (PUCC); Cirurgia Ortognática (Universidade de Havana); Prótese Dentária; Disfunção Temporomandibular e Dor Oro Facial.

Para mais informações sobre a Oral Face Care, acesse facecare.com.br, ou entre em contato diretamente com a clínica, mande sua mensagem ou marque uma consulta!

Conheça alguns hábitos parafuncionais que podem agravar suas dores na ATM

Conheça alguns hábitos parafuncionais que podem agravar suas dores na ATM

Já falamos, aqui, em diversas ocasiões, sobre a articulação temporomandibular (ATM) e sobre a disfunção temporomandibular (DTM).

Para relembrar:

O primeiro termo — a ATM — refere-se àquela articulação que liga o maxilar inferior (mandíbula) ao osso temporal do crânio, e que fica localizado à frente das orelhas, em cada lado da cabeça. Tal articulação exerce funções importantes relacionadas ao sistema mastigatório. É a ATM, por exemplo —e os músculos dela, bem como os que ficam no entorno — que possibilita a mastigação, a fala, a mordida, e que permite o controle da posição e movimentos da mandíbula.

Já o segundo termo — a DTM —  dá  nome, justamente, ao conjunto de perturbações funcionais no sistema mastigatório. A disfunção temporomandibular é um sinal de que a ATM não está funcionando bem. Essa situação possui causas e consequências, como dores na região e estalos na mandíbula — mas, também, tratamentos.  

No entanto, você sabia que existem, hábitos parafuncionais — aquelas pequenas manias do dia a dia — que podem prejudicar o bom funcionamento da ATM e agravar as dores nessa articulação? Pois, é esse o assunto do nosso post de hoje. Confira! 

Hábitos que podem agravar as dores na ATM

Hábitos parafuncionais podem ser definidos como aqueles movimentos simples, realizados de forma frequente, e que são involuntários e/ou inconscientes — como piscar os olhos, por exemplo.

Nem todos esses hábitos, porém, possuem função real e positiva para o organismo. Alguns até prejudicam a nossa saúde de alguma forma — inclusive, no que se refere à articulação temporomandibular. Ocorre que determinados “vícios” acabam por sobrecarregar a ATM, e os músculos da mandíbula — além de direcionar esta última para um posicionamento incorreto 

Dentre eles, estão:     

  • Roer as unhas;
  • Comer alimentos muito duros ou que são difíceis de mastigar (tente alternar a mastigação desse tipo de refeição com a mastigação de outras comidas menos resistentes); 
  • Apoiar a mandíbula em uma das mãos (como muitas pessoas costumam fazer em meio às atividades rotineiras — como ler, trabalhar, conversar com alguém, e assistir televisão, por exemplo);
  • Apoiar o telefone com o ombro, de encontro ao ouvido — isso prejudica a postura, contribui para a contração dos músculos relacionados à ATM, pressiona a mandíbula e a região logo abaixo do ouvido, que é, justamente, onde se localiza a articulação temporomandibular. Aqui, vale chamar a atenção também de quem é violinista — é importante ficar atento à forma com que o instrumento é sustentado, visto que, para a prática, também se usa os ombros e o queixo.
  • Segurar (ou mastigar) com os dentes objetos como alfinetes, clipes, tampas de caneta, dentre outros;  
  • Durante a alimentação, mastigar com um só lado da boca (a mastigação, sempre que possível, deve ser feita devagar, cuidadosamente, e usando os dois lados da mandíbula);   
  • Mascar chicletes;
  • Chupar ou morder o dedo (em geral, um costumedas crianças que deve ser fiscalizado pelos pais — assim como o uso da chupeta, que deve ser utilizado conforme a indicação pediátrica).

Outro exemplo de hábito parafuncional que pode prejudicar a articulação temporomandibular é ranger ou apertar os dentes — em especial, durante a noite, condição conhecida como Bruxismo

Uma vez que se tome consciência do impacto negativo desses hábitos na ATM (e da saúde, em geral), é possível eliminá-los da rotina ou diminuí-los ao máximo. Como consequência, elimina-se (ou minimiza-se) também os eventuais desconfortos ou o agravamento das dores causadas por eles. 

Para verificar como anda a saúde da sua articulação temporomandibular, procure uma clínica ou  profissional especializado no assunto.

Oral Face Care pode ajudar!

A clínica está presente nas cidades de Santos (SP) e São Paulo (SP), conta com consultórios equipados com o que há de mais moderno no mercado — e com especialistas altamente qualificados e capacitados para dar a você o melhor atendimento e as melhores soluções no que se refere às disfunções da ATM.

Mediante uma cuidadosa avaliação do caso, será verificada por um profissional qualificado na área — como um cirurgião-dentista, especializado em DTM — a necessidade de cortar ou corrigir alguns hábitos do paciente, bem como a utilização de demais métodos de tratamentos.

Entre em contato com a Oral Face Care, mande sua mensagem ou marque uma consulta!

Implante dentário: Quando não posso fazer?

Implante dentário: Quando não posso fazer?

Em termos de qualidade de vida, os implantes dentários estão entre as melhores opções quando há necessidade de substituir a perda de um ou mais dentes. A técnica se trata do uso de uma peça em titânio  um cilindro rosqueável — que é fixada dentro do osso para substituir a raiz do dente perdido.

Aos implantes dentários ainda são conectados as próteses dentárias, feitas em porcelana, e que substituem a coroa dentária que foi perdida — ou seja, aquela porção superior do dente.  

Todo esse processo devolve ao paciente a sensação de dentes naturais, tanto em relação à estética quanto à funcionalidade. No entanto —e infelizmente — existem, sim, contraindicações para a colocação desses implantes. E é sobre elas que vamos falar no nosso post de hoje!

Situações em que o implante dentário não é indicado

Ainda que você esteja decidido pelo procedimento, a colocação do implante dentário depende dos resultados colhidos durante a avaliação do seu dentista.

Para que a técnica seja possível, é preciso, por exemplo, que o paciente tenha um osso capaz de sustentar tanto a peça em titânio quanto a prótese que vai sobre ela; bem como, que ele tenha espaço entre os dentes, e entre a gengiva e o chamado dente antagonista — aquele dente correspondente ao perdido, que está no maxilar oposto (inferior ou superior).

Além disso, outras condições podem impedir a realização do implante. Tais como: 

►Diabetes descontrolada

A doença, quanto descontrolada, interfere no processo de cicatrização e, também, na osseointegração (união estável e funcional entre o osso e a peça de titânio) do implante — situação que pode aumentar as chances do paciente ter infecção ou de o implante dentário não funcionar.

A diabete controlada, por sua vez, não costuma apresentar impedimentos para a realização do implante dentário. Claro, desde que seja feito o tratamento adequado à situação.

Uso de medicação com bifosfonatos

Essas medicações costumam ser usadas por quem sofre com a osteoporose ou por quem tem ou já teve câncer nos ossos.

Substâncias como o bifosfonato aumentam as chances de o paciente desenvolver um problema chamado osteonecrose — que é a morte de uma região do osso, por conta da interrupção do seu suprimento de sangue, causando, então, o que se chama de infarto ósseo.

►Fase de crescimento ósseo

A indicação é de que, para realizar procedimentos com implante dentário, o médico certifique-se que o paciente não está mais em fase de crescimento ósseo. Em geral, chega-se ao fim dessa fase antes dos 18 anos, no entanto, é fundamental a avaliação do profissional nesse sentido, já que cada organismo funciona de maneira particular.  

Tabagismo

Pacientes fumantes não são, necessariamente, proibidos de colocar implantes dentários. Contudo, o indicado é que o uso do tabaco seja interrompido por, pelo menos, 14 dias antes do dia do procedimento.

Além disso, se você é um desses pacientes, esteja ciente de que, como fumante, você possui maior propensão a falhas de osseointegração dos implantes. Isso acontece por conta das alterações químicas dos tecidos e células da região.

Ainda, assim, mesmo que a osseointegração não falhe, ela costuma acontecer de forma mais lenta do que a que acontece em pacientes não fumantes, por exemplo.

O implante dentário também é contraindicado (em grau absoluto ou relativo) para pacientes que apresentam: 

  • Distúrbios da coagulação sanguínea;
  • Anemias;
  • Sistema imunológico baixo;
  • Cardiopatias;
  • Hipertonia dos músculos da mastigação 
  • Perturbações psíquicas graves;
  • Distúrbios metabólicos do osso — como enfermidade de Paget e disprasia fibrosa;
  • Dismorfobia ou Transtorno Dismórfico Corporal — que se trata de um transtorno psicológico em que o paciente acredita ter defeitos físicos que não possui, ou, mesmo, que possui, mas em um nível bem menos acentuado do que imagina;
  • Hipertensão e outras doenças do coração;
  • Desordem de sangramento;
  • Estomatites e outras doenças da cavidade oral;
  • Tumores em tratamento;
  • Tuberculose;
  • Doenças de prognóstico incerto;
  • Problemas como alcoolismo ou dependência em outras drogas e narcóticos; e
  • Histórico recente (de cerca de menos de um ano) de Acidente Vascular Cerebral (AVC) ou enfarte agudo do miocárdio.

Quanto às pacientes gestantes, elas podem realizar o procedimento mediante liberação médica.

Para saber exatamente se o implante dentário é indicado para o seu caso, entre em contato com a Oral Face Care e marque uma consulta. Assim, os especialistas da clínica poderão avaliar especificamente o seu caso! 

Enxaquecas frequentes? A causa pode ser a Disfunção Temporomandibular!

Enxaquecas frequentes? A causa pode ser a Disfunção Temporomandibular!

Se você costuma ter fortes e frequentes enxaquecas, saiba que isso pode ser umaconsequência da chamadaDisfunção Temporomandibular (DTM).

Sim, é possível que o aumento da intensidade e assiduidade das suas dores de cabeça sejam resultado daquelas perturbações que afetam a musculatura da mastigação ou a Articulação Temporomandibular (ATM).

Traumas na mandíbula, infecções, doenças autoimunes, problemas estruturais presentes no nascimento e, até, fatores psicológicos estão entre as causas da DTM. A disfunção, além aumentar a severidade das enxaquecas, também pode ocasionar: 

  • Sensibilidade e dores nos ombros, no pescoço, e ao redor das orelhas durante a mastigação e a falar, ou ao abrir a boca;
  • Estalos na mandíbula ao abrir e fechar a boca, acompanhados ou não de dor;
  • Zumbidos nos ouvidos;
  • Dificuldade para mastigar ou ter uma mordida repentina desconfortável;
  • Trava da mandíbula ou deslocamento dela; 
  • Inchaço nas laterais do rosto; e
  • Bruxismo.

No post de hoje, porém, vamos nos deter às enxaquecas!

Enxaquecas frequentes e intensas como consequência da DTM 

Para começo de conversa, é preciso esclarecer que, apesar de apresentarem algum tipo de relação, a enxaqueca e a DTM são dois problemas diferentes e independentes — ambos provenientes de causasmultifatoriais. Em estudo publicado em maio de 2017, pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP) abordaram o assunto.

De acordo com as estimativas dos estudiosos, a DTM não pode ser considerada a causa de problemas como enxaqueca (também chamada de migrânea), entretanto, ela pode facilitar a frequência e intensidade das crises.  

“O que sabemos é que a migrânea não é causada pela DTM. A enxaqueca é uma doença neurológica com causas multifatoriais. Já a DTM, assim como a cervicalgia e outras doenças musculoesqueléticas, é um conjunto de fatores que piora a sensibilidade de quem tem enxaqueca. O fato de ter a DTM pode piorar a migrânea, tanto em severidade quanto em frequências”, explicou  uma das pesquisadoras do estudo, Lidiane Florencio.

Os dados da pesquisa também apontaram que a relação entre a DTM e a migrânea é menor em quem tem poucas crises de enxaqueca, ou enxaqueca episódica — que é aquela em que os pacientes têm menos de 15 dias de dores de cabeça ao longo de um mês. 

“Nosso estudo mostrou que um paciente que apresente migrânea crônica – aquela que ocorre em 15 ou mais dias por mês – tem o triplo de chances de relatar sintomas mais severos de DTM, se comparado a pacientes com migrânea episódica”, destacou Lidiane Florencio.

Tratamentos

Caso você esteja sofrendo com fortes e frequentes dores de cabeça, não hesite em buscar ajuda médica para resolver o problema.

Se a sua enxaqueca tiver relação com as Disfunções Temporomandibulares, em geral, você precisará tratar os dois problemas — e de forma separada. Isso porque, como concluiu o estudo dos pesquisadores da FMRP-USP, a DTM se trata de um dos fatores que está agravando a situação, mas não é a causa dela.

De qualquer forma, a investigação médica a respeito das causas da migrânea, seja ela episódica ou crônica, é fundamental. Assim, você conseguirá um tratamento eficaz, capaz de acabar com a sua dor, ou minimizá-la ao máximo.  

No que se refere às Disfunções Temporomandibulares, a Oral Face Care pode ajudar! 

A clínica está presente nas cidades de Santos (SP) e São Paulo (SP), conta com consultórios equipados com o que há de mais moderno no mercado — e com especialistas altamente qualificados e capacitados para dar a você o melhor atendimentos e as melhores soluções para a DTM. 

Para resolver esse tipo de disfunção, podem ser necessárias, por exemplo, abordagens além da utilização de medicamentos — como a própria mudanças de hábitos do paciente. Também pode ser preciso sessões de fisioterapia, laserterapia e, até, algum tipo de cirurgia. 

O método mais adequado será indicado pelo profissional qualificado na área — como um cirurgião-dentista, especializado em DTM — mediante uma cuidadosa avaliação do caso. 

Saiba mais sobre as formas de tratamento da DTM no blog da Oral Face Care

E se você ainda ficou com alguma dúvida sobre o assunto, entre em contato com a clínica, mande sua mensagem ou marque uma consulta!