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Doenças Degenerativas da ATM: o que você deve saber

Doenças Degenerativas da ATM: o que você deve saber

Responsável por toda movimentação da mandíbula, a articulação temporomandibular (ATM) permite complexos movimentos mastigatórios e está sujeita à diversas patologias. Os processos degenerativos da ATM são condições multifatoriais e, apesar de existirem diversas causas específicas para esses, a osteoartrite, também conhecida como osteoartrose, é a forma mais comum de doença degenerativa que afeta essa articulação.

A osteoartrite pode acometer diversas partes do corpo, mas, em se tratando de articulação temporomandibular, representa uma das formas menos sintomáticas da doença. Além disso, o quadro clínico pode ser muito semelhante ao de outras disfunções temporomandibulares, o que torna o diagnóstico dos processos degenerativos um desafio para a odontologia.

Preparamos este texto para que você possa entender mais sobre essas degenerações, suas evoluções e prognósticos.

Sinais e sintomas: quando desconfiar que há algo de errado na ATM?

A osteoartrite é caracterizada por uma degradação progressiva da cartilagem articular, gerando alteração no osso subjacente. Por mais que os sintomas possam ser inespecíficos, você pode perceber clinicamente essas alterações em formas de crepitações, que indicam um atrito entre o osso e a cartilagem. Essas crepitações nada mais são que sons ou vibrações que percebemos quando movimentamos a articulação e que ocorrem, principalmente, quando as superfícies estão irregulares.

Outros sintomas que devem te alertar sobre alguma alteração são a própria dor e sensibilidade articular, que podem ocorrer por conta de um processo inflamatório secundário às alterações já descritas. Além disso, os pacientes também costumam descrever mudança na dinâmica mandibular, ou seja, dificuldade para abrir a boca e até mesmo desvios na movimentação.

Em alguns casos, pode ocorrer uma contração da musculatura local como uma maneira de proteger a articulação. Podendo assim surgir o sintoma de sensibilidade muscular à palpação.

É importante frisar que a intensidade dos sintomas causados pelas alterações degenerativas pode variar de indivíduo para indivíduo.

Quais são as alterações degenerativas? Como é possível observá-las?

Como já foi descrito, a osteoartrite se caracteriza por degradação progressiva da cartilagem articular, que reflete e acaba acometendo o osso subjacente. Esse acometimento consiste em erosões, facetamento, formação de osteófito, entre outras alterações que descreveremos abaixo.

Como a própria definição da palavra nos faz imaginar, a erosão óssea diz respeito a um desgaste da superfície do osso, devido principalmente à liberação de substâncias pela cartilagem degradada. Na radiografia, a erosão pode ser vista em fases mais avançadas, como um apagamento do osso daquela região. Quando a destruição do osso acontece de forma achatada, o processo é definido como facetamento, outra alteração possível de ser observada.

Os osteófitos, popularmente conhecidos como bicos de papagaio (quando aparecem na coluna), também podem estar presentes na osteoartrite temporomandibular. Eles consistem em uma formação óssea, caracterizada por uma elevação na superfície articular. Além dos citados, sua ATM poderá conter também os chamados pseudocistos, que são uma coleção de líquido dentro da cartilagem. No início da doença essas alterações não são visíveis radiologicamente.

Uma doença de curso modificável

Até um tempo atrás, a doença era encarada como um processo natural de envelhecimento. Acreditava-se que ela era progressiva e de evolução arrastada, não tendo, portanto, perspectivas de tratamento.

Sabe-se hoje, no entanto, que, por mais que ela acometa principalmente pessoas de idade mais avançada, a osteoartrite pode ocorrer em qualquer idade e, de extrema importância, hoje é vista como uma doença de curso evolutivo modificável, não só no que diz respeito ao tratamento sintomático momentâneo, mas também quanto ao seu prognóstico.

Sem tratamento adequado, a doença pode determinar diminuição da funcionalidade da articulação. Atualmente você irá dispor de uma boa variedade de tratamentos, que vão desde de uso de analgésicos orais para controle da dor, à agentes tópicos e terapia intra-articular, sendo que essa última pode apresentar controle da inflamação nos casos evidentes. Existe ainda o tratamento cirúrgico que, como os outros, tem indicação conforme o grau da osteoartrite.

Acompanhamento com um profissional adequado é essencial para uma boa evolução.

Como você pôde perceber, a osteoartrite pode se manifestar de muitas maneiras em sintomatologia e na radiologia. Ampla, também, é a gama de tratamentos que podem ser utilizados no manejo da doença. Assim, a busca por um profissional apto a fazer o diagnóstico correto e boas escolhas terapêuticas é essencial para o sucesso do tratamento.

Agende uma consulta com os profissionais da Oral Face Care e garanta uma excelente avaliação de sua ATM, bem como os melhores tratamentos individualizados para o seu caso.

Descubra se a cirurgia ortognática traz riscos para a saúde

Descubra se a cirurgia ortognática traz riscos para a saúde

Os distúrbios de ATM infelizmente têm se popularizado cada vez mais em todo o mundo, o que fez a procura pela cirurgia ortognática aumentar nos consultórios de especialistas.

Como em qualquer tipo de procedimento cirúrgico, alguns riscos devem ser considerados e ponderados em relação aos benefícios potenciais.

Veja a seguir os possíveis riscos de uma cirurgia ortognática – leve este artigo para o seu médico e converse com ele sobre o seu caso em sua próxima consulta.

Visão geral sobre a cirurgia ortognática

Este procedimento tem como objetivo corrigir possíveis irregularidades dos ossos da região maxilar. Ela é indicada como opção corretiva nos casos que não podem ser resolvidos apenas com a ortodontia.

Dessa forma é possível realinhar mandíbula e os dentes, melhorando não só o seu funcionamento como também a aparência facial do paciente.

A realização da cirurgia ortognática costuma ser mais indicada ao fim do ciclo do crescimento – a partir dos 17 a 21 anos para os homens e a partir dos 14 a 16 anos para as mulheres.

Possíveis riscos da cirurgia ortognática

É importante alertar que este procedimento oferece riscos mínimos. Mas, como mencionamos anteriormente, toda cirurgia oferece riscos.

Por isso deve-se encontrar um profissional criterioso e com experiência no procedimento, assim você se sentirá mais confortável e seguro em todas as etapas do processo. Veja a seguir alguns dos possíveis riscos:

Infecções

As infecções são raras, geralmente fáceis de tratar e resolvidas rapidamente. No entanto, a infecção não tratada adequadamente pode prejudicar a recuperação e resultar na necessidade de uma nova cirurgia.

Danos a estruturas como gengivas, tecidos, ossos ou dentes

É um problema extremamente raro e geralmente ocorre em casos especiais – consulte o profissional responsável sobre o seu caso para verificar a questão.

Dormência ou diminuição da sensibilidade na região – parestesia

Como a cirurgia ortognática é realizada nos ossos da face, de alguma forma pode ocorrer uma diminuição da sensibilidade em certas partes dos tecidos da face – geralmente em torno do nariz e do lábio superior nos casos do maxilar superior e ao redor do lábio inferior e do queixo quando o procedimento envolve o maxilar inferior.

Embora seja um pouco desconfortável, essa dormência no maxilar inferior pode ser temporária contribuindo para amenizar a sensação de dor que é comum após a cirurgia. Porém, em raros casos pode ser permanente no maxilar inferior, mas todos os paciente se acostumam a isso. Esse risco é inerente a um nervo sensitivo que passa por todo trajeto da mandíbula dos dois lados.

Riscos associados à anestesia

A anestesia utilizada no procedimento é a geral. É uma opção mais segura e confortável para o paciente não sentir dor alguma durante o procedimento.

O anestesista discutirá todos os aspectos da sua anestesia antes de sua cirurgia, em conjunto com o profissional que irá operá-lo.

Possíveis efeitos colaterais da cirurgia ortognática

Independentemente dos riscos, existem alguns efeitos colaterais que podem ser associados a qualquer tipo de cirurgia.

No caso deste procedimento específico, é possível que o paciente apresente uma certa dose de:

  • Desconforto ou dor leve no pós-operatório como resultado do procedimento em si;
  • Inchaço;
  • Manchas arroxeadas;
  • Sangramentos – como a cirurgia ortognática é realizada através de incisões no interior da boca, é impossível colocar um curativo sobre essa área. Após a cirurgia, pode ocorrer algum sangramento (assim como nos casos de extrações de dentes);
  • Dificuldades ao alimentar-se – que podem ser contornadas com o suporte de um nutricionista e a ajuda de suplementos nutricionais;
  • Um breve período de adaptação com sua nova aparência facial.

Neste período, o suporte do profissional pela cirurgia é fundamental: ele irá acompanhar a evolução de sua recuperação, receitar a medicação necessária em casos de desconforto e tomar todos os cuidados possíveis para garantir o melhor resultado para sua cirurgia!

Como você pode ver, tão importante quanto conhecer os possíveis riscos da cirurgia ortognática é encontrar o profissional certo para realizá-la – clique e saiba como encontrá-lo.

O que perguntar na primeira consulta com um especialista em  Cirurgia Ortognática?

O que perguntar na primeira consulta com um especialista em Cirurgia Ortognática?

Muitos pacientes chegam ao consultório do cirurgião-dentista sem qualquer entendimento do que querem ou precisam fazer. Mesmo que não pareça necessário – afinal, o cirurgião pode responder suas dúvidas – ter algumas informações prévias pode ajudá-lo nesse primeiro contato.

Afinal, não são todas as pessoas que sabem o que perguntar na primeira consulta com um especialista em cirurgia ortognática, e isso pode levar à falta de confiança, hesitações e erros nos períodos pré e pós-operatórios.

Saber se comunicar com seu cirurgião é essencial para construir uma relação de confiança, honestidade e informação, três pilares para quem quer encontrar um bom profissional para realizar sua cirurgia.

Para ajudá-lo a fazer sua lista de perguntas para a primeira consulta com um especialista em cirurgia ortognática, organizamos abaixo algumas das questões mais comuns que os pacientes têm e por que elas são importantes. Confira:

A cirurgia vai resolver o meu problema?

A cirurgia ortognática pode ser a resposta para vários tipos de problema, desde a mordida cruzada até a assimetria facial. No entanto, apenas um profissional qualificado pode garantir que essa é a melhor opção para você.

Como são o pré e o pós-operatório?

Tanto o pré como o pós-operatório de uma cirurgia são etapas essenciais para garantir a qualidade dos resultados. Tudo o que o médico indicar para esses períodos deve ser seguido para não colocar a saúde do paciente em risco.

Saber previamente como será o pós-operatório é muito importante, também, para organizar o que for possível. Afinal, o paciente pode precisar de ajuda para fazer suas tarefas e de alimentação especial depois da cirurgia.

Quanto tempo deve durar meu tratamento?

O tratamento de algumas condições relativas aos ossos e músculos da face não termina na cirurgia ortognática. Muitas vezes, é preciso utilizar um aparelho ortodôntico por muito tempo para assegurar o encaixe dentário, a simetria e a oclusão do paciente.

Antes de começar o tratamento, é bom saber o quanto ele vai durar para manter suas expectativas realistas.

Como será a alimentação após a cirurgia?

Como a cirurgia ortognática mexe com os ossos e músculos da face, a mastigação será impedida nos primeiros dias após o procedimento. Sua dieta no período pós-cirúrgico deverá ser líquida ou pastosa por até 30 dias.

Converse com o cirurgião sobre restrições alimentares e procurem, juntos, encontrar boas alternativas que sejam saudáveis e se encaixem em sua rotina.

Quais exames devem ser feitos previamente?

Para garantir que o paciente esteja em um bom estado de saúde para fazer a cirurgia, pode ser necessário realizar alguns exames antes da cirurgia. Em sua primeira consulta com um especialista em cirurgia ortognática, pergunte que exames prévios serão necessários.

Qual é o tipo de cirurgia?

A cirurgia ortognática pode envolver a mandíbula, a maxila e o mento (que altera a forma do queixo) podendo ainda combinar esses segmentos. Saiba que tipo de cirurgia você vai realizar para entender melhor o processo e poder ser preparar para os resultados.

Como fica a cicatriz?

Saber se a cirurgia deixará cicatrizes visíveis é uma preocupação comum entre pacientes. Pergunte ao especialista como será realizada a cirurgia para saber mais sobre a cicatriz.

Quais são as possíveis complicações da cirurgia?

Entender os riscos de uma cirurgia é muito importante para não ser pego de surpresa e pensar que algo previsível e comum é uma anormalidade. Na cirurgia ortognática, por exemplo, é normal ficar com um pouco de dormência no pós-operatório, que pode se estender por até um ano.

Converse com o cirurgião para saber sobre esse e outros riscos relativos à cirurgia. Informação é a melhor ferramenta contra problemas e complicações.

Em quanto tempo verei o resultado?

O resultado de uma cirurgia ortognática só costuma ficar completamente visível depois que o tratamento com aparelho ortodôntico termina. Porém, logo que o rosto desincha, é possível perceber algumas mudanças. Pergunte quando você poderá ver os resultados finais.

Construir uma relação de confiança com o profissional que vai atendê-lo é a melhor maneira de passar por uma cirurgia tranquila, sem complicações e com um bom pós-operatório. Isso garante bons resultados e deixa o paciente mais seguro.

Quer saber mais sobre a cirurgia ortognática? Marque uma consulta com os profissionais da Oral Face Care!

Entenda porque a mandíbula estala tanto

Entenda porque a mandíbula estala tanto

Você já esteve em uma situação em que, comendo em silêncio, todos na mesa de jantar conseguiram ouvir sua mandíbula estalando? Esses estalos começam a causar incômodos, desconfortos e até mesmo dor?

Você se pergunta porque a mandíbula estala tanto, mesmo nas situações comuns do dia a dia? Isso pode ser o sinal de uma disfunção da ATM.

No post de hoje, vamos falar um pouco mais sobre disfunções da ATM para entender porque a mandíbula estala e como você pode evitar esse tipo de situação. Confira!

O que é ATM?

ATM, ou articulação temporomandibular, é o nome dado à estrutura que liga a mandíbula ao crânio. Quando sua mandíbula estala com frequência, isso pode ser um sinal de que há um dano nessa estrutura – mais especificamente, no disco articular ou nos ligamentos da ATM.

O disco articular é uma estrutura que impede que os ossos fiquem diretamente em contato um com o outro, amortecendo o impacto quando você mastiga, fala, boceja ou mexe a mandíbula. O estalo acontece quando o disco se movimenta fora de sincronia, saindo e voltando para o lugar e, assim, produzindo o som característico.

Quando há algum dano na ATM, podem acontecer diversos problemas. Em alguns casos, o paciente pode ter um travamento com a boca aberta, conhecido como luxação da ATM. Isso acontece porque a mandíbula se desloca com o movimento e não consegue voltar para os eixos normais.

Esses danos podem ser provocados por diversos fatores. O hábito de ranger os dentes enquanto dorme (bruxismo), estresse (que faz com que o paciente aperte os dentes e contraia os músculos da face com frequência) e mesmo hábitos mais comuns, como roer as unhas e mascar chiclete podem prejudicar o disco articular e causar uma disfunção de ATM.

Quais são os sintomas das disfunções de ATM?

Além do estalo da mandíbula, as disfunções de ATM podem apresentar diversos outros sintomas. Por exemplo:

  • Dores na face, nos maxilares, especialmente quando se está mastigando;
  • Dores de cabeça;
  • Dores cervicais;
  • Fraturas espontâneas em dentes ou próteses;
  • Dores de ouvido ou problemas de audição, como tamponamento;
  • Cansaço no rosto, causado pelo hábito de ranger ou apertar os dentes; etc.

Esses sintomas, no entanto, não acontecem de uma vez só. A manifestação de cada um vai depender do caso do paciente. Muitas pessoas não sentem qualquer tipo de dor quando têm uma disfunção de ATM. Por isso, consultar um dentista especializado em cirurgia buco-maxilo-facial quando perceber os estalos na mandíbula é a única maneira de confirmar essa condição.

Disfunções de ATM têm solução?

Existem diferentes tipos de tratamento para as disfunções de ATM, que vão depender do tipo de disfunção e do caso de cada paciente. Um dos tratamentos mais comuns é a utilização de uma placa de mordida, feita de material acrílico, para cobrir a arcada dentária. Pacientes que sofrem de bruxismo precisam utilizá-la por mais tempo.

Outros tratamentos possíveis são mais focados nos hábitos do paciente. Exercícios diários de fortalecimento e alongamento dos músculos da face, melhores hábitos de sono, menos estresse, a manutenção de uma boa postura e o consumo de alimentos mais macios podem amenizar o problema.

Tratamentos para diminuir a dor e a inflamação podem ser feitos em consultório, com lasers, ou mesmo em casa, como a aplicação de compressas quentes.

Em casos mais graves, é possível fazer uma cirurgia na ATM. Corrigir problemas nos deslocamentos discais, artrose da ATM e artrite da ATM a partir de um procedimento cirúrgico pode diminuir a dor e o desconforto do paciente. No entanto, a cirurgia só é indicada depois que outros métodos de tratamento forem descartados.

Se você se pergunta porque a mandíbula estala tanto, quando você come, fala ou boceja, pode ser que a resposta seja uma disfunção da ATM. No entanto, esse diagnóstico não pode ser feito com base em achismos: é preciso consultar um profissional.

Marque uma consulta com um cirurgião-dentista, especializado em buco-maxilo-facial, para descobrir porque a mandíbula estala e se há algum problema que precisa ser resolvido com tratamento para evitar que essa condição piore. O acompanhamento médico é a melhor maneira de lidar com as disfunções de ATM.

Quer saber mãos sobre as disfunções de ATM? Saiba mais sobre o tratamento ideal para você!

Descubra o profissional adequado para tratar ATM

Descubra o profissional adequado para tratar ATM

Uma pesquisa recente revelou que 40 a 75% da população brasileira sofre com dores na mandíbula atualmente. Isso tem feito com que cada vez mais pessoas corram para os consultórios na busca pelo profissional adequado para tratar ATM.

A preocupação é justificada, já que a ausência de tratamento não só diminui a qualidade de vida dos pacientes como também pode trazer consequências maiores e exigir tratamentos mais drásticos.

Se você se encontra nesta situação, nada de pânico: siga na leitura deste artigo e descubra como tratar as dores e encontrar o profissional adequado para tratar ATM.

Entenda o que é a ATM

ATM significa articulação temporomandibular, um mecanismo localizado na região da mandíbula que é responsável pela ligação entre seu maxilar inferior e a base do seu crânio.

Essa articulação gira em várias direções diferentes, permitindo movimentos como abrir a boca corretamente para mastigar, respirar, falar e uma série de outras atividades.

Justamente por conta dessa pluralidade de funções é que ela é mais suscetível às inflamações, o que pode gerar dores, travamentos na mandíbula e outros incômodos que impactam atividades no dia a dia. Esse quadro é chamado DTM – Disfunção Temporomandibular.

Perfil do profissional adequado para tratar ATM

Quando você tem um problema de saúde específico, deve sempre consultar um especialista. Se o problema está relacionado ao seu coração, você quer ver um cardiologista. Se a questão é com a sua pele, você quer ver um dermatologista. Mas e quando o problema é com a sua ATM?

O Conselho Federal de Odontologia (CFO) reconheceu em 2002 a Disfunção Temporomandibular (DTM) e a Dor Orofacial como uma especialidade à parte. Por isso, a principal indicação de um profissional adequado para tratar ATM é o cirurgião-dentista.

Especialmente porque o diagnóstico é muitas vezes bastante complexo e seus sintomas podem se conectar a outros problemas.

Nestes casos, o profissional faz uma bateria de exames físicos para mensurar os níveis da dor sofrida pelo paciente, além de um exame mais detalhado dos músculos da região – especialmente daqueles responsáveis pela mastigação.

É bastante comum que o profissional também solicite exames de imagem – ressonância magnética da mandíbula, raio-x e tomografia computadorizada – para complementar o processo de diagnóstico.

Como escolher o profissional adequado para tratar ATM

Agora que você já sabe qual é o tipo de especialista certo parar tratar qualquer distúrbio em sua ATM, é hora de encontrar o profissional certo. Para isso, vale apostar em:

  • Indicações de outros profissionais da saúde: converse com os demais médicos que já cuidam da sua saúde sobre possíveis indicações de profissional adequado para tratar ATM. Eles já conhecem seu histórico médico e sua personalidade, podendo fornecer dicas valiosas;
  • Indicações de familiares e rede de amigos: alerte amigos e familiares sobre a sua busca e verifique se alguém já teve uma experiência parecida e se tem referências de bons profissionais. Fale com estas pessoas conhecidas, com as quais você pode conversar e pegar referências prévias;
  • Consulta ao site da CRO: o Conselho Regional de Odontologia de São Paulo tem uma ferramenta que permite consultar se o profissional é de fato um especialista credenciado;
  • Pesquisa sobre a formação e experiência: verifique se o profissional é realmente um especialista, qual é a sua formação e suas certificações. Veja também há quanto tempo ele realiza esse tipo de tratamento.

Mas lembre-se que tudo isso é tão importante quanto uma consulta presencial. Através dela será possível ver se há empatia por parte do profissional, se você se sente à vontade e confiante com as soluções sugeridas por ele, além de tirar todas as suas dúvidas. Durante a consulta você deve ter atenção se o profissional:

  • Escuta suas perguntas e responde em termos que você entende;
  • Dispensa um tratamento respeitoso a você;
  • Pergunta sobre suas preferências de tratamento;
  • Tem paciência com suas dúvidas e dedica tempo suficiente para atendê-lo.

Você também pode perguntar sobre a tecnologia que este especialista em ATM utiliza, o tempo de espera usual para agendar uma consulta de retorno, os procedimentos de cobrança e a disponibilidade para tirar dúvidas através do telefone ou e-mail do médico.

Esperamos que este artigo tenha ajudado a esclarecer suas principais questões sobre a busca pelo profissional certo para tratar de sua ATM e lhe proporcione mais segurança em tomadas de decisões no futuro.

Caso você tenha mais dúvidas sobre como encontrar o profissional adequado para tratar ATM, conheça a Oral Face Care e seu time de especialistas.

Cirurgia Ortognática: o que você deve saber sobre o pré e pós-operatório

Cirurgia Ortognática: o que você deve saber sobre o pré e pós-operatório

A cirurgia Ortognática é indicada nos casos de anormalidade óssea facial ou dentária, que não pode ser corrigida com aparelhos convencionais. Além de alinhar o posicionamento dos ossos, ela visa também reestabelecer o equilíbrio e harmonia faciais, trazendo portanto benefícios não só funcionais, mas também psicossociais e de autoestima.

O [Guia Completo] Pré e pós operatório da cirurgia Ortognática: tudo o que você precisa saber traz em detalhes os processos para a realização do procedimento e responde questões a respeito da dor e de como obter o melhor pós-operatório.

A cirurgia não começa e nem termina no centro cirúrgico, para quem pretende realizá-la, o guia explica para o que você precisa se programar antes e depois dela.

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