13 3877-7855 / 11 5054-0401 / Whatsapp: 013 99755 3993
Diastema: O que é e como tratar?

Diastema: O que é e como tratar?

Você já ouviu falar em “diastema“? O termo refere-se aquele espaço que se forma entre os dentes — em especial, entre os os dois dentes centrais superiores. Em geral, trata-se de um desajuste na harmonia do sorriso.

Essa “janelinha”, no entanto, divide opiniões — há aqueles que se incomodam com ela; todavia, há, também, quem a considere um traço característico, um charme. 

Independentemente de qual seja o seu ponto de vista a respeito desse desajuste, vale ressaltar que é importante que a origem do “problema” seja investigada, ainda que apenas para descartar a necessidade corrigi-lo.   

Mas, vamos, então, saber mais sobre o assunto. A seguir falaremos sobre as causas e tratamentos do diastema. Acompanhe!

Por que acontece o diastema

Dentre as causas do diastema, podem estar:

  • Uma característica que tende a ser de origem genética, que é a desproporção entre o tamanhos dos maxilares e o tamanho dos dentes
  • A ausência da erupção de algum dente (agenesia), ou a perda de algum dente (nesse caso, pode haver o afastamento dos dentes, por conta da existência do espaço excedente); 
  • A anormalidade no chamado freio labial — aquele tecido que vai do lábio à gengiva, até onde se localizam os dois dentes frontais superiores; 
  • Os hábitos que exercem pressão sobre os dentes — como, por exemplo, no caso das crianças, chupar o dedo, usar chupeta e mamadeira; 
  • A pressão da língua sobre os dentes;
  • Os problemas de alinhamento e oclusão; e
  • Também, a respiração bucal — o que acontece é que respirar pela boca diminui a pressão dos lábios sobre os dentes, o que contribui para a formação dos diastemas.

Além disso, os diastemas ainda podem estar ligados a certas doenças periodontais, entre outros distúrbios — tais como a Síndrome de Down (trissomia 21), a Doença de Paget, a Acromegalia ou gigantismo e a Osteomalacia.

Como tratar o diastema

Tratar o diastema nem sempre é apenas uma questão de estética. Por vezes, o problema é de ordem funcional ou está relacionado à má oclusão — desta forma, exigindo correção.

O dentes separados podem, por exemplo, levar algumas pessoas a distúrbios fonéticos, como a produção de sons indesejáveis e a dificuldade de entonação. Os diastemas ainda podem aumentar as chances do aparecimento de problemas e doenças bucais causadas pelo acúmulo de alimentos entre os dentes (visto que esses restos alimentares podem ficar depositados mais facilmente nesses espaços), inclusive, podendo provocar inflamações na gengiva. Nesses casos, os cuidados com a escovação, o uso do fio dental, e a higiene bucal, em geral, são ainda mais importantes.  

Mas como essa correção é feita? Bom, vamos lá!

Aqui, vale destacar que, quando se fala em tratamento do diastema, é fundamental que a origem do problema seja levada em conta pelo profissional responsável.  

Na maioria dos casos, para  unir os dentes que estão dentes afastados, recorre-se aos tratamento com aparelhos ortodônticos. Existem, no entanto, outras opções. Dentre elas: 

  • Realizar restaurações usando resina composta para o fechamento dos espaços — procedimento que pode ou não ser associado ao tratamento ortodôntico;  
  • Fazer uso de porcelana, prótese fixa ou colocação de implantes no espaços entre os dentes (indicado apenas para adultos);
  • Usar lentes de contato dental
  • Realizar uma frenectomia — procedimento cirúrgico para reposicionamento ou redução do freio labial, para permitir maior flexibilidade do lábio (também pode ser associado ao tratamento ortodôntico;  
  • Extrair os dentes a mais que se desenvolvem nos maxilares — visto que estes, muitas vezes, são a causa para o posicionamento errado dos demais dentes; e
  • Realizar uma gengivoplastia — cirurgia de gengiva necessária que ajuda a equilibrar a harmonia da estética gengival com a dental, quando o objetivo é fechar o espaço existente entre os dentes.

Vale lembrar, contudo, que, após a realização de qualquer um dos procedimentos de tratamento do diastema, é fundamental seguir todas as recomendações médicas.

Se você ainda ficou com alguma dúvida sobre este assunto, e gostaria de saber mais sobre diastema, entre em contato com a Oral Face Care, ou marque uma consulta com os especialistas da clínica! A Oral Face está presente nas cidades de Santos (SP) e São Paulo (SP) e conta com profissionais qualificados e consultórios equipados com o que há de mais moderno no mercado.

Como escovar os dentes com aparelho ortodôntico corretamente?

Como escovar os dentes com aparelho ortodôntico corretamente?

Os aparelhos ortodônticos são um ótimo recurso para quem quer corrigir a posição dos dentes, e melhorar a aparência do sorriso. No entanto, só quem usa (ou já usou) um sabe que limpá-lo após as refeições nem sempre é uma tarefa fácil.

Sem dedicar-se à escovação, porém, você pode prejudicar, e muito, a sua saúde bucal. O acúmulo dos restos alimentares nos aparelhos dentais são capazes de deixar seus dentes manchados, cariados, bem como causar mau hálito, desenvolver gengivites, dentre outras doenças periodontais.

Justamente para evitar consequências como essas, o assunto do nosso post de hoje é sobre como escovar os dentes com aparelho. Vamos lá? 

Como escovar os dentes com aparelho ortodôntico

Escolhendo as ferramentas

Escovar os dentes com aparelho ortodôntico é uma tarefa que exige a utilização das ferramentas certas — o tipo adequado de escova de dentes, por exemplo, pode facilitar a sua vida.

Nesse sentido, existe no mercado a chamada escova ortodôntica. Ela foiespecialmente desenvolvida para quem usa aparelho, pois possui cerdas em corte “V”, que são capazes de promover uma limpeza melhor entre os dentes e ao redor dos braquetes.

Vale salientar, contudo, a fundamentalidade de cuidar o tempo de troca desse tipo de escova dental. Assim como acontece com as escovas normais, recomenda-se que, de modo geral, as ortodônticas também sejam trocadas a cada três meses — por questões de higiene e desgaste das cerdas. 

Já, se você optar pela utilização de uma escova tradicional, atente-se para a necessidade de escolher uma com cerdas macias, para não prejudicar as gengivas e, também, para conseguir chegar mais fácil a todos os lugares necessários. Ainda, nesse caso, é preciso escovar os dentes uma vez com as cerdas da escova inclinadas para cima e outra com elas inclinadas para baixo — isso deve ser feito para arcada dentária superior e para a arcada dentária inferior, com o objetivo de limpar os dois lados do aparelho ortodôntico.

Não esqueça, claro, de escovar todas as regiões dos dentes e da boca, independentemente do tipo de escova utilizado. 

A escova de dentes elétrica também é uma boa opção para escovar os dentes com aparelho ortodôntico, visto que elas podem tornar o processo mas rápido e prático — no entanto, ele também só será eficiente se for feito com dedicação.  

Demais cuidados na hora de escovar os dentes com aparelhos ortodôntico

Na hora das escovação:

  • Sempre que possível, retire os elásticos, bem como qualquer outra parte que seja removível do aparelho;
  • Faça movimentos horizontais com a sua escova de dentes; e
  • Faça a limpeza individual para cada um dos dentes.

Ainda, para melhores resultados na higiene bucal de quem usa aparelho ortodôntico, sugere-se iniciar a escovação usando apenas uma escova úmida, mas sem creme dental — a pasta de dente possui componentes importantes para a saúde dos dentes, entretanto, a espuma que se forma pode dificultar a visão a respeito do que se está fazendo. Em um segundo momento (depois de ter utilizado a escova umedecida com água, ao menos para remover os restos alimentares mais visíveis), deve-se, então, adicionar o creme dental para aproveitar os benefícios do flúor, por exemplo. 

Lembre-se, também, de checar todos dentes na frente do espelho após finalizar a escovação — para se certificar de que todos eles tenham ficado limpos. 

Não esqueça o fio dental

Sim, o fio dental é importante para todos! Ele é capaz de chegar onde as cerdas da escova de dentes não alcança. No entanto, essa pode ser um tarefa demorada para quem usa aparelho ortodôntico. 

Mas, existe luz no fim do túnel, e ela se chama passa fio. A ferramenta é semelhante a uma agulha, e facilita a passagem do fio dental por baixo do fio ortodôntico. Feito isto, o fio dental pode ser passado entre os dentes e retirado, higienizando um espaço de cada vez.

“O uso do passa fio é obrigatório”? Não! Este é um acessório que serve para auxiliar e facilitar o processo. Contudo, o paciente pode optar por não utilizá-lo.  

Última dica, aqui: lembre-se de optar por fios dentais encerados, visto que estes deslizam melhor entre os dentes.  

Quanto ao enxaguante bucal

O enxaguante bucal é mais uma das ferramentas que ajudam na higiene bucal. Ele também é importante, todavia, executa papel coadjuvante no processo de limpeza da boca (diferente da escova de dentes, do creme e do fio dental).

Os enxaguantes são ótimos produtos para complementar a higienização bucal, pois contribuem para a redução das bactérias da região, e para manter os dentes e gengivas saudáveis — porém, são opcionais. Para fazer uso deles, contudo, é importante que, primeiro, seja feita uma consulta a um especialista, para saber se há indicação para a utilização do antisséptico no seu caso em particular.

Gostou de saber um pouco mais sobre como escovar os dentes com aparelho ortodôntico? Então, não deixe de acompanhar o blog da Oral Face Care e mantenha-se sempre bem informado sobre todos os assuntos envolvendo dentes, arcada dentária, mandíbula, esqueleto da face e muito mais!   

Qual o melhor modelo de escova de dentes para uma boa higiene bucal?

Qual o melhor modelo de escova de dentes para uma boa higiene bucal?

Escovar os dentes corretamente é muito importante para manter uma boa rotina de higiene bucal. Você sabia, no entanto, que a escolha da escova de dentes também é fundamental nesse processo?

Vamos aprofundar um pouco esse assunto? Hoje, também vamos falar sobre outros cuidados com essa ferramenta fundamental para a higienização bucal. 

Descubra qual o melhor modelo de escova de dentes para uma boa higiene bucal

O objetivo da escova de dentes é alcançar, sem grandes esforços, todos os dentes — o que inclui, obviamente, aqueles de acesso mais difícil, que ficam na parte de trás da arcada dentária. a intenção é remover os restos de alimentos que ficam depositados na boca após as refeições. Bem por isso, escolher uma escova que seja adequada para a sua boca é fundamental.

Atualmente, não são poucos os tipos de escovas de dentes disponíveis no mercado — existem as tradicionais (manuais) e as elétricas, além dos vários tipos de cerdas e tamanhos.  Entretanto, no geral, a recomendação feita pela maioria dos dentistas, é de que sejam utilizadas as escovas de cerdas macias (principalmente no caso das crianças). Isso porque estas conseguem remover a placa bacteriana e os resíduos alimentares sem machucar a gengiva ou, então, desgastar os dentes. Ainda, prefira as com cabeças menores e arredondadas — elas conseguem alcançar melhor todas as partes da boca.

“Mas, as escovas de dente elétricas não são mais eficientes?”

Para essa questão, ainda não se chegou a grandes conclusões. Na verdade, faz-se o alerta para o fato de que a eficiência na escovação depende mais da maneira como os dentes são escovados, e da dedicação a essa tarefa, do que, de fato, se esse processo é feito com uma escova elétrica ou tradicional — ambas funcionam bem.

O modelo elétrico, no entanto, pode ser mais eficiente para quem possui algum tipo de limitação motora capaz de prejudicar a sua higienização bucal. A escova elétrica também pode ser usada para incentivar o hábito da escovação entre as crianças. No entanto, neste caso, ela deve usada pelos pequenos apenas uma vez ao dia — visto que é importante que eles aprendam a escovar os  dentes manualmente e da forma correta.

Quanto a outros cuidados com a escova de dentes 

“É preciso limpar a escova de dentes? Ainda, qual o local ideal para guardá-la?

Sim, recomenda-se higienizar a escova de dentes diariamente, a fim de evitar contaminações pela própria escova (ela pode acumular, nas cerdas, diferentes tipos de microrganismos). A limpeza pode ser feita todos os dias (depois de cada escovação) com água e antissépticos bucais. Lembre-se, contudo, que a consulta a um especialista é importante para saber se você está apto à utilização desse tipo de produto. 

Quanto ao melhor local para guardar a escova de dentes: aconselha-se que ela não seja deixada no banheiro, por conta das bactérias presentes no ambiente — como é o caso dos coliformes fecais espalhados quando, por exemplo, a descarga é acionada. O mais indicado é que a escova de dentes seja mantida fora do banheiro, e em um local limpo. Para quem, mesmo assim, prefere deixá-la no banheiro, a melhor opção mantê-la em um lugar fechado, como dentro de um armário higienizado, por exemplo.

Lembre-se, ainda, de tomar cuidado para não encostar as cerdas da sua escova de dentes nas cerdas da escova de outra pessoa. Essa também é uma maneira de transmissão de bactérias. 

“E quanto ao tempo de uso da mesma escova de dentes?” 

O ideal é que a troca da escova de dentes seja feita a cada três meses ou, então, quando se nota que ela está ficando desgastada. Recomenda-se, também, que se troque a escova após um episódio de gripe ou resfriado, por exemplo — pois, nesses casos, os germes podem aderir às cerdas e aumentar o risco de novas infecções.

Se você gostou de saber um pouco mais sobre o tipo de escova de dentes mais recomendado pelos dentistas, e sobre outros cuidados referentes a ela, não deixe de acompanhar o blog da Oral face. Ele mantém você sempre atualizado sobre os principais cuidados com a higiene bucal, bem como sobre os procedimentos e demais assuntos envolvendo dentes, arcada dentária, mandíbula, esqueleto da face e muito mais!

A DTM pode se manifestar em crianças?

A DTM pode se manifestar em crianças?

Seu filho costuma reclamar de dores de cabeça frequentes, dores nas bochechas e na região das orelhas? Ou, então, você percebe que ele anda com dificuldades para abrir e fechar a boca, ou para falar, mastigar e deglutir? Ainda, ele reclama (ou você nota) a respeito da presença de alguns estalos durante o movimento da mandíbula?  

Pois saiba que todos essas situações são sintomas da chamada Disfunção ou Desordem Temporomandibular (DTM), um problema ligado à articulação temporomandibular (ATM), e que — sim — é capaz de interferir no dia a dia e qualidade de vida também das crianças!

É fundamental, no entanto, procurar ajuda médica especializada para que se obtenha o diagnóstico correto do transtorno — e isso se aplica a pacientes de qualquer faixa etária, contudo, crianças, em especial, nem sempre sabem explicar exatamente onde e o que dói, o que torna ainda mais difícil identificar as origens dos incômodos. 

Além disso, a presença de outras patologias podem confundir o diagnóstico da DTM, como é o caso de dores de origem dental, dores de ouvido, sinusites, dores no pescoço, doenças vasculares, neuralgias, Síndrome de Eagle e alguns tipos de tumores.

Desta forma, cabe aos pais (ou demais cuidadores) prestar atenção, diariamente, nas possíveis reclamações de dores e desconfortos dos filhos, e nos sintomas apresentados por eles. Levá-los para avaliações clínicas, sem descartar a consulta a um dentista especializado em Disfunção Temporomandibular, é essencial para evitar consequência mais graves, como a evolução do problema para algo crônico, por exemplo.

Causas de DTMs em crianças

Descobrir as causas da DTM, para qualquer faixa etária, não costuma ser uma tarefa fácil. Mas, sabe-se que algumas situações contribuem para o desenvolvimento ou agravamento do quadro. Dentre essas condições, estão, por exemplo:  

  • Os hábitos parafuncionais — aqueles movimentos simples, realizados de forma frequente, e que são involuntários e/ou inconscientes e muito comuns na infância — como é o caso de roer as unhas, morder objetos, chupar dedo ou chupeta, e mascar chiclete; 
  • bruxismo — que é o costume de ranger e /ou apertar dos dentes;
  • Os traumas mecânico na região orofacial (também muito comuns na infância), que acontecem por conta de quedas e batidas em brincadeiras ou na prática de esportes, por exemplo; e
  • Ainda, os fatores psicológicos e sociais — causados, por exemplo, por mudanças drásticas na vida da criança ou, então, por demais situações que geram muito estresse para os pequenos. Esses também costumam contribuir para a evolução de um quadro de Disfunção Temporomandibular.   

Tratamentos de DTMs em crianças

O tipo de tratamento a ser realizado nas crianças (assim como nos paciente das outras faixas etárias) é definido conforme a gravidade da situação. No entanto, em geral, para os pequenos, as principais recomendações são terapias não invasivas, como é o caso de exercícios musculares e do uso de placas de acrílico; e a extinção dos hábitos que podem estar contribuindo para o quadro de DTM, como os parafuncionais citados. 

Contudo, em casos mais graves ou dolorosos (que costumam ser menos comuns), o uso de medicação também é indicado.

Saiba mais sobre os tratamentos da DTM!  

Para o diagnóstico certo, busque ajuda especializada

Se você, mãe ou pai, está desconfiado que seu filho sofre com Disfunções Temporomandibulares, não hesite em levá-lo até um especialista na área.

E nós, da Oral Face Care, por exemplo, podemos ajudar o seu pequeno!

Nossa clínica está presente nas cidades de Santos (SP) e São Paulo (SP), e conta com consultórios equipados com o que há de mais moderno no mercado. Nossos especialistas são qualificados e capacitados para prestar o melhor atendimentos e as melhores soluções para os quadros de DTM. 

Entre os especialistas da Oral Face, estão:

  • O Coordenador da Oral Face Care, em Santos e São Paulo, Prof. Dr. Fued Samir Salmen (CRO 38423) — especialista em Cirurgia Ortognática e Cirurgia Maxilo Facial; Mestre em Cirurgia Maxilo Facial; e Doutorando em Cirurgia Maxilo Facial pela Faculdade de Odontologia de Araraquara (Unesp);  além de coordenador do serviço de Cirurgia e Traumatologia Facial do Hospital Casa de Saúde Santos e Coordenador do Departamento de Cirurgia Maxilo Facial (CETAO-SP); e
  • A Odontóloga Dra. Regina Márcia Dau Salmen (CRO36475) — especialista em Cirurgia e Traumatologia Buco Maxilo Facial (PUCC); Cirurgia Ortognática (Universidade de Havana); Prótese Dentária; Disfunção Temporomandibular e Dor Oro Facial.

Gostaria de mais informações sobre a Clínica Acesse: facecare.com.br!

Pós operatório saudável

Pós operatório saudável

Depois de passar por um procedimento cirúrgico odontológico, sabemos que é de extrema importância ter alguns cuidados de pós-operatório.

Mesmo se a cirurgia for uma simples extração de siso, ou até mesmo uma cirurgia ortognática para corrigir problemas na ATM, é preciso ter um pouco mais de cautela nas atividades diárias e atenção quanto aos hábitos de alimentação e higiene, por exemplo.

Com os cuidados corretos, a recuperação passa a ser muito mais simples, rápida e os resultados alcançados sem maiores contratempos.

A dúvidas mais comuns nessa etapa do processo são quanto à alimentação, ao repouso, medicação, higiene e à volta das atividades diárias do paciente.

Para responder todas essas questões, oferecemos a leitura do nosso e-book completo sobre pós-operatório saudável.

Faça o download do material e esclareça todas as suas dúvidas sobre os dias que seguem um procedimento cirúrgico odontológico

Baixe agora o e-book Pós-operatório saudável

Tratamento da DTM com placas: Como funciona?

Tratamento da DTM com placas: Como funciona?

Não é de hoje que falamos aqui sobre a chamada Disfunção ou Desordem Temporomandibular (DTM), problema ligado à articulação temporomandibular (ATM), e que é capaz de interferir muito na qualidade de vida de quem sobre com ele — mas, que, felizmente, possui uma série de tratamentos. Dentre eles, está o uso de placas de mordidas, por exemplo.

Vamos saber mais sobre o assunto?  

Placas de mordidas para tratar a DTM: O que é e como funciona

Também chamadas de placas oclusais, as placas de mordida tratam-se de aparelhos móveis, interoclusais, feitos de acrílico ou silicone, e efetivos para tratar as DTMs musculares ou articulares. 

Estão entre as finalidades das placas:

  • A proteção dos dentes: ao bloquear o contato entre eles, por exemplo, as estruturas da Articulação Temporomandibilar (como os discos e os ligamentos) posicionam-se de maneira mais saudável e, também, ficam livres de contatos compressivos; 
  • O alívio da ATM e o relaxamento dos músculos na região; e
  • O auxílio no descanso e reposicionamento da mandíbula.

Desta forma, é possível aliviar os incômodos causados pela Disfunção Temporomandibular, como dores de cabeça, no pescoço e nas regiões próximas à ATM; e  prevenir a evolução do problema. 

A maioria das placas de mordidas são feitas para serem utilizadas apenas à noite, durante o sono. Um dos objetivos dessa prática é evitar, por exemplo, que o paciente pressione os dentes enquanto dorme — situação conhecida como bruxismo, e uma das condições que levam o paciente a um quadro de DTM ou ao agravamento do distúrbio.   

Em alguns casos, no entanto, pode ser indicado o uso da placa por tempo integral, ou seja, durante as  24h do dia.

Vale salientar, entretanto, que, as placas de mordida são recomendadas e confeccionadas de acordo com as necessidade de cada paciente. O diagnóstico é feito com o auxílio de exames de imagem, dentre outros procedimentos. 

Tipos de placas para o tratamento da DTM

O tipo de placa oclusal pode variar conforme o diagnóstico de cada paciente. Os dois tipos mais comuns são:

  • As placas lisas, também conhecidas como estabilizadoras ou miorrelaxantes; e
  • As placas protrusivas, também chamadas de reposicionadoras. 

Em geral, o primeiro tipo — as placas lisas — é recomendado para quem sofre com DTMs musculares (ainda que essas também possam ser usadas para tratar algumas DTMs articulares). Já a segunda categoria de placas — as placas protusivas — é destinada a tratar, principalmente, as DTMs articulares. Ela é indicada para tratar os maus posicionamentos e os deslocamentos, por exemplo. 

Podem ser recomendadas, ainda, tanto o uso de placas mais macias e flexíveis, quanto o uso de placas mais rígidas. 

Placas de mordida precisam de manutenção? 

Muitas vezes, a oclusão do paciente se modifica, por conta do relaxamento da musculatura ou, mesmo, em decorrência do desgaste da placa — nesses casos, é preciso fazer ajustes no aparelho. Ainda, quando o tratamento se prolonga por mais tempo que o previsto, as placas de mordida podem ficar amareladas ou com deposição de tártaro — nessas situações, elas devem ser substituídas. 

Vale pontuar que para melhores resultados no tratamento das Disfunções Temporomandibulares, as placas oclusais devem ser associadas a demais modalidades de tratamento, como as mudanças comportamentais do paciente, por exemplo, dentre outras alternativas terapêuticas (somente em casos extremos, é que são indicadas as cirurgia para substituir a ATM).

Em busca de um especialista

Se você sofre com Disfunções Temporomandibulares ou gostaria de fazer uma consulta a respeito do problema, a Oral Face Care pode ajudá-lo.

Presente nas cidades de Santos (SP) e São Paulo (SP), a clínica conta com consultórios equipados com o que há de mais moderno no mercado, bem como com especialistas qualificados e capacitados para prestar o melhor atendimentos e as melhores soluções para a DTM. 

Entre os especialistas da Oral Face, estão:

  • O Coordenador da Oral Face Care, em Santos e São Paulo, Prof. Dr. Fued Samir Salmen (CRO 38423) — especialista em Cirurgia Ortognática e Cirurgia Maxilo Facial; Mestre em Cirurgia Maxilo Facial; e Doutorando em Cirurgia Maxilo Facial pela Faculdade de Odontologia de Araraquara (Unesp);  além de coordenador do serviço de Cirurgia e Traumatologia Facial do Hospital Casa de Saúde Santos e Coordenador do Departamento de Cirurgia Maxilo Facial (CETAO-SP); e
  • A Odontóloga Dra. Regina Márcia Dau Salmen (CRO36475) — especialista em Cirurgia e Traumatologia Buco Maxilo Facial (PUCC); Cirurgia Ortognática (Universidade de Havana); Prótese Dentária; Disfunção Temporomandibular e Dor Oro Facial.

Para mais informações sobre a Oral Face Care, acesse facecare.com.br!