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Para que serve a cirurgia ortognática?

Para que serve a cirurgia ortognática?

Você já ouviu falar em cirurgia ortognática? Se analisarmos a origem do termo, já podemos fazer ideia a que o procedimento se refere. Do latim, “Orto” significa “correto”, e “gnatos” faz referência a “maxilares”.

E é isso mesmo! Na cirurgia ortognática é possível melhorar tanto a oclusão (mordida), quanto a estética facial, já que a face ganha um aspecto mais proporcional. 

Vale salientar, no entanto, que essa não é uma cirurgia isolada. A cirurgia ortognática está associada a tratamento ortodôntico, que precisa ser realizado antes e depois do procedimento cirúrgico. Entre as fases de todo o processo, estão: 

  • A avaliação da necessidade de remoção do dentes do siso antes da montagem do aparelho ortodôntico
  • Montagem do aparelho ortodôntico fixo — sendo que o tratamento ortodôntico pode levar de oito a 24 meses antes da cirurgia
  • A cirurgia ortognática — que é feita sem retirar o aparelho ortodôntico
  • 30 dias de recuperação — sem esforço físico
  • Retorno ao tratamento ortodôntico 30 dias após o procedimento cirúrgico
  • E o controle periódico com o cirurgião e a equipe responsável pelo caso

Em algumas situações, também há indicação de tratamento  complementar após a cirurgia. Como, por exemplo, fisioterapia, fonoaudiologia e laserterapia.

Mas, para quem é indicada a cirurgia ortognática?

O tratamento com cirurgia ortognática é indicado a pacientes que possuem deformidades faciais envolvendo dentes e o esqueleto da face, e que não podem ser resolvidas apenas com tratamento ortodôntico. Isso porque o problema em questão está no esqueleto (mandíbula e/ou maxila) e não somente na posição dos dentes.

Em geral, essas deformidades resultam de um crescimento exagerado ou inadequado de ossos da mandíbula, do maxilar, do queixo (ou mento), do nariz ou do malar (a maçã do rosto).

assimetria facial — que, normalmente, começa na fase de crescimento e se estabiliza na idade adulta — é um dos resultados dessas alterações. Ela compromete a harmonia e, em diversos casos, também a funcionalidade do rosto.

É fundamental, no entanto, que cada caso seja analisado particularmente pelo cirurgião especialista no procedimento. Só assim é possível concluir se a cirurgia ortognática é a melhor opção para o paciente.

Alguns problemas que, normalmente, podem ser corrigidos com esse procedimento são:

  • Mordida cruzada anterior
  • Deficiência de crescimento da mandíbula
  • Mordida aberta anterior
  • Assimetria facial
  • Excesso vertical da maxila

Outros problemas que, algumas vezes, também são solucionado utilizando a cirurgia ortognática no processo é o sorriso gengival e a apneia obstrutiva do sono

Para saber se esta é uma boa solução para o seu caso, acesse nosso E-book “Cirurgia Ortognática: identifique se você precisa desse procedimento“. 

Ainda, vale acentuar que a cirurgia ortognática pode prevenir alguns problemas futuros. Tais como:

  • Retração da gengiva
  • Disfunção da articulação temporomandibular
  • Deglutição atípica

idade mínima para realizar esse procedimento cirúrgico é 17 anos. O fato é que a cirurgia só pode ser feita após o final do crescimento e maturação óssea do paciente — e, em geral, é nessa idade que isso acontece. No entanto, pacientes que apresentam problemas psicossociais relacionados a deformidade podem precisar antecipar a cirurgia. Saiba mais sobre o assunto!

Os benefícios da cirurgia ortognática

Ao longo da nossa conversa, certamente você já pôde perceber os diversos benefícios trazido pela cirurgia ortognática. No entanto, vamos reforçá-los e acrescentar à lista. 

Para começar, vale esclarecer que o procedimento é realizado totalmente por dentro da boca, ou seja, não deixa cicatriz na face. Dentre outras vantagens da cirurgia, também estão: 

  • A melhora da relação dento-músculo-esqueletal
  • O melhor posicionamento da musculatura supra-hióideia
  • A melhora da passagem do ar
  • A melhora do posicionamento da língua
  • A melhora da articulação das palavras
  • A melhora da fonação
  • A melhora da articulação temporomandibular
  • A melhora da oclusão
  • A melhora da mastigação
  • A melhora da digestão
  • A melhora da oxigenação do cérebro
  • A melhora da vida social.

Ainda ficou com alguma dúvida sobre cirurgia ortognática? Então, entre em contato com a Oral Face Care, fale com nossos especialistas ou marque a sua consulta! 

Assimetria Facial: Tudo o que você precisa saber sobre o assunto

Assimetria Facial: Tudo o que você precisa saber sobre o assunto

Muitas são as queixas com relação à aparência: peso, altura, tamanho do nariz, das bochechas, formato do rosto… Mas a medicina, ortodontia e tecnologia estão cada vez mais ágeis e eficazes para corrigir esses probleminhas.

Essas correções afetam diretamente a autoestima, confiança e qualidade de vida do paciente. Por isso, é importante estar bem informado e tomar decisões conscientes quando se trata de procedimentos estéticos ou de saúde.

A assimetria facial se trata de um desequilíbrio entre os dois lados do rosto, ou seja, diferenças entre o lado direito e o lado esquerdo da face, que podem ser tanto musculares quanto esqueléticas e funcionais.

É uma condição comum nas pessoas e entre os exemplos mais comuns, estão as assimetrias nos olhos, mais especificamente, nas pálpebras que, muitas vezes, possuem abertura ou formato diferentes conforme cada lado do rosto; ou os desvios funcionais da mandíbula, causados muitas vezes pela oclusão dos dentes.

O problema pode também afetar a parte funcional do rosto, como é nos casos de estabilidade oclusal, por exemplo.

As causas, consequências, diagnóstico e possíveis tratamentos para esse problema você descobre em nosso e-book completo – Assimetria Facial: Tudo o que você precisa saber sobre o assunto.

Obtenha informações completas sobre o assunto fazendo o download do nosso material! Informe-se e tome uma decisão consciente.

Cuidados para uma boa recuperação após a extração do siso

Cuidados para uma boa recuperação após a extração do siso

Dente do siso, dente do juízo ou terceiro molar. Cada um chama de um jeito, mas todos se referem à mesma coisa  àqueles últimos dentes que se desenvolvem, lá no fundo da arcada dentária que, muitas vezes, sequer fazem a erupção externa. No entanto, esses dentes podem ser acometidos por cáries ou ser a razão do posicionamento incorreto dos outros dentes. E, quando isso ou algum outro incômodo acontece, não tem jeito, é preciso removê-los.

Hoje em dia, na hora da cirurgia de extração dos dentes do siso, são utilizadas técnicas cada vez mais modernas, com o intuito de reduzir o desconforto do paciente. Em geral, usa-se anestesia local e sedativo via oral. Os dentes podem ser retirados um a um, de dois em dois ou, até mesmo, os quatro dentes ao mesmo tempo. O pós-operatório, para qualquer um desses casos, é o mesmo e exige cuidados específicos para que haja uma recuperação mais rápida e eficiente. Vamos conhecê-los?

Cuidados pós-operatório na extração dos dentes do siso

O mais comum, após a cirurgia para a retirada do siso, é que o paciente faça uso de paracetamol ou dipirona se houver dor e siga algumas recomendações médicas, tais como:

Repousar e fazer compressa com gelo 

O que se indica é que o paciente descanse e não se exponha ao sol, ao calor do fogão ou a qualquer tipo de exercício físico por pelo menos sete dias após a retirada do dente do siso — ainda que esteja sentindo-se muito bem. O intuito é não estimular a circulação sanguínea na região operada, o que pode acarretar problemas como sangramento e infecções.

A compressa com gelo ou bolsa térmica devem ser utilizadas nas primeiras 24 horas depois da retirada do dentes, para evitar ou diminuir o inchaço no local. Isso porque a baixa temperatura ajuda na contração dos vasos sanguíneos que encontram-se dilatados por conta do processo inflamatório causado pela extração do terceiro molar.

A volta às atividades habituais, como escola e trabalho, pode ocorrer depois de dois ou três dias da cirurgia, dependendo da situação do paciente.

Cuidar da alimentação

As recomendações médicas são para que o paciente evite as opções alimentares quentes por pelo menos 24 horas após a extração de um ou mais dentes do siso. O que acontece é que a região operada está sensível e situações como a ingestão de comidas sólidas ou quentes pode causar sangramento na área. O ideal, é consumir alimento frios e de forma líquida — sorvetes de massa, sucos, açaí e leite são alguns exemplos.

Depois dessas 24 horas, ainda é necessário manter uma dieta morna e mole por mais 48 horas. A alimentação será liberada conforme a evolução do paciente. Vale ressaltar que o consumo de bebidas alcoólicas e cigarro também é proibido até a cicatrização do corte na região operada.

Cuidar da higienização

A escovação dos dentes logo após a retiradas do siso, principalmente nas primeiras 24 horas, precisa ser feita de forma suave e na frente do espelho, para que seja possível enxergar o local. Escovas com cerdas macias são as mais indicadas para a ocasião. Além disso, recomenda-se usar uma quantidade reduzida de creme dental, para que não se forme muita espuma.

Outra orientação é usar cotonete molhado com água filtrada ou enxaguante bucal sem álcool para auxiliar na retirada dos restos de alimentos que ficam nos pontos. Lembre-se, também, de não bochechar de maneira muito agressiva na primeira semana após a operação.

Fazer uso da medicação conforme o indicado 

Para um pós-operatório tranquilo e uma recuperação mais rápida, é fundamental que o paciente submetido à retirada dos dentes do siso siga à risca todas as recomendações do dentista — incluindo os horários de tomar cada medicamento e por quanto tempo fazê-lo. Em caso de dores muito fortes ou febre, entre em contato com o seu médico o quanto antes, mas não se automedique.

Também é essencial comparecer à consulta de retorno ao dentista, respeitando o dia previamente estabelecido pelo profissional, para remover os pontos e fazer uma avaliação da cicatrização da região operada.

Então, mais tranquilo depois de conhecer os principais pontos de um pós-operatório na extração de um ou mais dentes do siso? Ainda ficou com alguma dúvida ou quer marcar uma consulta? Entre em contato com a Oral Face Care e conheça nossos especialistas.

Ainda, para ficar por dentro de assuntos como esse, acompanhe o blog da clínica e mantenha-se sempre bem informado sobre todos os assuntos envolvendo dentes, arcada dentária, mandíbula, esqueleto da face e muito mais.

A DTM como consequência da ansiedade

A DTM como consequência da ansiedade

Você sabia que fatores emocionais e psicológicos como estresse, ansiedade e depressão podem ser a causa da chamada disfunção temporomandibular, que também é conhecida como DTM?

O termo dá nome ao conjunto de perturbações funcionais no sistema mastigatório — ou seja, aquelas que afetam a musculatura da mastigação e/ou a articulação temporomandibular, a chamada de ATM.

Quem sofre com essa disfunção costuma apresentar sintomas como: frequentes dores de cabeça; sensibilidade e dores nos ombros e no pescoço, e ao redor das orelhas durante a mastigação, ao falar ou ao abrir a boca; ouvir estalos na mandíbula ao abrir e fechar a boca; escutar zumbidos com frequência; ter dificuldade para mastigar; por vezes, travar a mandíbula ou mesmo, deslocá-la; apresentar inchaço do lado da face, entre outros problemas.

Traumas na mandíbula, processos infecciosos, doenças autoimunes, bruxismo, algum tipo de tumor, problemas estruturais presentes no nascimento e até o uso prolongado de aparelhos ortodônticos, a má postura, a má alimentação e a falta de sono estão entre as causas da DTM. Todavia, os fatores emocionais e psicológicos também precisam ser levados em conta na hora de diagnosticar os responsáveis pelo surgimento da disfunção temporomandibular.

Estresse, ansiedade e depressão como causas da DTM

Cada vez mais comuns nos dias de hoje, o estresse, a ansiedade e a depressão, muitas vezes, são o gatilhos para outros problemas de saúde — dentre eles, a DTM.

Vale salientar, no entanto, que especialistas acreditam que esses fatores emocionais também são determinantes para o aparecimento do bruxismo, por exemplo, que, como já vimos, é outra das causas da disfunção. Além disso, pessoas estressadas e ansiosas podem ter hábitos como roer unhas, mastigar canetas, dentre outros comportamentos nesse sentido, que também contribuem para a DTM.

O que se percebe, desta forma, é que tudo está associado. Entretanto, o ideal para um tratamento eficaz é identificar a origem do problema. Assim, é possível agir especificamente sobre ela.

Pense no seguinte: quando o estresse, a ansiedade e a depressão são os responsáveis por levar um paciente a sofrer com o bruxismo — e, consequentemente, com a disfunção temporomandibular — adianta tratar apenas o bruxismo? Parece uma resposta óbvia, não é mesmo? É fundamental agir sobre o raiz do problema que, nesse caso, são os fatores emocionais e psicológicos.

Os tratamentos da DTM

Os tratamentos da DTM são diversos e, mais uma vez, dependem principalmente do real fator que está causando a disfunção. Por isso, a importância de procurar um profissional adequado.

A principal indicação de profissional para tratar a disfunção temporomandibular é o cirurgião-dentista. Como, muitas vezes, o diagnóstico é uma tarefa complexa, ele poderá solicitar uma bateria de exames físicos para mensurar os níveis da dor sofrida pelo paciente, além de um exame mais detalhado dos músculos da região — especialmente daqueles responsáveis pela mastigação. Além de exames de imagem, como ressonância magnética da mandíbula, raio-x e tomografia computadorizada.

Nos casos em que se percebe que o paciente apresenta-se muito ansioso, também poderá ser solicitada a avaliação e o apoio de outros profissionais, como psicólogos e psiquiatras.

Vale salientar que é crucial o que é ser totalmente honesto com o médico no momento da consulta. Inclusive, relacionando as situações de estresse e ansiedade do dia a dia, por exemplo, outros aspectos.

Gostou dessas informações? Então,  não para de seguir o blog da face Oral . Ele mantém você atualizado sobre a mandíbula e o rosto estranho dentes, arcada dentária, mandíbula, esqueleto da face e muito mais.

Quando preciso recorrer à prótese dentária?

Quando preciso recorrer à prótese dentária?

Envelhecimento, traumas, danos e doenças bucais são alguns dos fatores que podem desencadear perda de um ou mais dentes. A falta do elemento dentário traz problemas na mastigação e faz com que a pessoa tenha vergonha do sorriso e baixa autoestima.

A prótese dentária surge como uma alternativa rápida e de baixo custo para devolver o sorriso ideal para cada pessoa. Segundo dados do IBGE, 39 milhões de brasileiros usam próteses dentárias, uma em cada cinco delas tem entre 25 e 44 anos.

  Para entender mais sobre esta alternativa para recuperar os dentes perdidos, continue na leitura:

Se a pessoa perde um dente os que estão ao lado começam a se movimentar e com o passar do tempo ficam mais soltos e sofrem um desequilíbrio em toda a arcada dentária. Dependendo da situação é recomendado um tipo específico de prótese, porém elas podem ser classificadas em:

Prótese fixa

Popularmente conhecida como “ponte” ou “coroa” é recomendada quando a pessoa danifica apenas um dente, por exemplo, em casos de cárie. Quando o dente sofre a lesão, o dentista faz o tratamento do canal e cimenta a prótese unitária.

Porém, esse procedimento só pode ser feito em pessoas que ainda têm parte do dente remanescente, pois é removido apenas o que está danificado e o restante servirá como apoio para colocação da prótese.

Ainda no contexto de próteses fixas, existem diferentes tipos de próteses, entre elas estão:

Coroa dentária: tem o formato de um dente natural, é oca e colocada sobre o restante do dente natural. Geralmente é feita de porcelana ou cerâmica.

Ponte fixa: recomendada para pacientes que perderam um ou mais dentes. A estrutura é igual às demais citadas, porém ela é composta por dentes de porcelana adjacentes unidos que serão fixos nos seus extremos a dente naturais. Sendo assim, as coroas ficam suspensas junto à gengiva preenchendo o espaço onde não há dentes.

Facetas: Espécie de capa fina colada sobre os dentes naturais. Atua cobrindo os dentes que, antes, passam por um processo de desgaste da superfície para receber o material.

Prótese móvel

É um tipo de prótese que permite ao paciente colocar ou retirar da boca a hora que desejar. Elas geralmente são apoiadas diretamente sobre a gengiva e, em alguns tipos específicos, é fixada também pelos dentes remanescentes na boca.

Prótese parcial

Como o próprio nome denuncia, apenas um ou mais dentes são anexados a prótese. Ela pode ser classificada como fixa (prótese parcial fixa) ou removível (prótese parcial removível).

A prótese parcial removível poderá ser também esquelética, caso os dentes existentes tenham condições para servirem de suporte à mesma.

Prótese total

Na prótese total o dentista reproduz toda a arcada dentária do paciente, pode ser a inferior ou superior. Ela é sempre removível, com exceção dos casos em que a prótese é feita sobre implantes que, em alguns casos, pode ser colocada inicialmente uma prótese provisória, antes da definitiva. A prótese total removível é produzida em resina acrílica.

Para que pessoas são indicadas o uso da prótese dentária?

Pessoas que perderam um dente ou mais devido às fatores como acidentes, traumatismos, doenças na gengiva e/ou cárie podem fazer uso de prótese. Outra indicação é para diabéticos ou cardíacos que apresentam problemas que dificultam o processo cirúrgico, essas pessoas podem recorrer à prótese como alternativa não invasiva para corrigir falhas no sorriso.

É importante salientar que após a perda do dente é imprescindível colocar a prótese para que o sorriso, a mastigação, fala e autoestima não sejam mais prejudicados.

Como funciona a colocação da prótese?

A prótese dentária escolhida deverá ser indicada por um profissional, que avaliará o histórico do paciente. Elas são feitas individualmente para cada um.

O processo começa com a confecção de um molde da boca do paciente para que a prótese seja confeccionada sob medida, muitas vezes o molde causa um incômodo momentâneo, mas é indolor. Após, o molde é encaminhado para um técnico de prótese dentária, ele cria uma réplica da boca do paciente para fazer as próteses adequadas.

O profissional deve ser consultado regularmente, para avaliar a condição da prótese e fazer as reparações necessárias.

Após quanto tempo de uso é necessário trocar a prótese?

Não há um tempo programado, pois cada caso deve ser avaliado individualmente. No entanto, é sabido que, após um período de uso a prótese precisará ser reajustada ou trocada.

Com o tempo, a prótese sofrerá um desgaste natural, assim como o corpo sofrerá mudanças. Essas alterações fazem com que as próteses fiquem mais soltas, atrapalhando a mastigação e machucando a gengiva, sendo assim, é recomendado uma avaliação pelo menos a cada seis meses.

Para que sua prótese dure mais tempo e continue bonita é necessário tomar alguns cuidados, como:

Não deixe a prótese secar Nunca utilize água quente para evitar alterações;

Escovar diariamente para retirar restos de alimentos e placa bacteriana;

Escovar a gengiva, língua e palato antes de colocar as próteses;

Ir ao dentista se a prótese sofrer algum dano;

Lembre-se: qualquer tipo de tratamento deve ser feito por um dentista qualificado para que tanto os resultados estéticos e a saúde bucal sejam preservados.

Seu sorriso é seu cartão de visitas, cuide dele. Ficou com alguma dúvida? Entre em contato com os profissionais da Oral Face Care!

Lentes de contato dental: Tudo que você precisa saber

Lentes de contato dental: Tudo que você precisa saber

Você já ouviu falar das chamadas lentes de contato dental? Bom, se você está em busca daquele tão sonhado sorriso perfeito, este é mais um recurso para alcançá-lo. Vamos conhecê-lo?

“Lentes de contato dental” é uma expressão popular para uma tecnologia cujo nome técnico correto é “laminados cerâmicos ultrafinos”.  A técnica consiste na utilização de lâminas super finas de porcelana que possuem a função de cobrir apenas a parte da frente dos dentes, com o intuito de alterar a cor, formato, tamanho ou comprimento dos dentes normais. 

As lentes são moldadas individualmente para cada paciente, através de uma impressora 3D, e aplicadas aos dentes com uma cola, deixando o sorriso com uma aparência natural. Umas das principais vantagens de optar pelo uso das lentes de contato dental é obter resposta instantânea do processo. O procedimento dura cerca de duas horas e o paciente já sai do consultório exibindo o resultado final adquirido com a técnica. 

Para quem são indicadas as lentes de contato dental?  

  Apenas um dentista poderá avaliar o seu caso e informar se a técnica é indicada para a sua situação ou se você está apto para o processo. Em geral, as lentes de contato dental são usadas para corrigir imperfeições como dentes desalinhados, manchados, trincados, lascados e para corrigir assimetrias. Com elas, é possível, por exemplo, aumentar o comprimento dos dentes (alongamento), bem como aumentar o volume (largura), entre outros benefícios.

Sendo assim, as principais indicações para o aplicação das lentes são pacientes que tenham dentes: 

-Escurecidos ou com manchas;

-Desgastados, lascados ou com pequenas fraturas;

-Ligeiramente desalinhados ou com forma irregular;

-Pequenos ou com muito espaço entre eles.

Contraindicações para o uso de lentes de contato dental 

Mesmo com todas essas vantagens, nem todo mundo pode fazer uso do recurso. As lentes de contato dental não são recomendadas, por exemplo, para pacientes:

-Com cáries ou doenças gengivais ativas;

– Que possuam dentes enfraquecidos;

-Que tenham uma quantidade inadequada de esmalte na superfície dos dentes; 

-Que rangem os dentes ou sofrem de bruxismo;

-E que tenham dentes muito escurecidos, pois o recuro pode não atingir as expectativas de cor — sendo necessária a utilização de um procedimento mais eficiente para a situação específica. 

  Tempo de duração e cuidados para a preservação das lentes de contato dental

As lentes de contato dental podem durar anos. Vale ressaltar, no entanto, que este tempo de duração está ligado diretamente à manutenção da higiene oral — ou seja, ele vai depender dos cuidados que você tem com as lentes que, em geral, são os mesmos que você deve ter com seus dentes normalmente.

Vamos recordar? Todas as pessoas que desejam preservar a saúde bucal e a estética dos dentes devem escová-los após cada refeição, fazer uso de fio dental todos os dias, e visitar periodicamente o dentista (pelo menos a cada seis meses).

Outras recomendações para preservar as lentes de contato dental, bem como a saúde da boca são: evitar morder os alimentos ou materiais muito duros e evitar também o consumo excessivo de produtos que podem manchar os dentes, como o café e o cigarro, por exemplo.

Ainda, é muito importante frisar que as lentes de contato dental não têm capacidade de proteger os dentes contra cáries, gengivites ou outros problemas bucais. O que só ratifica a necessidade de manter em dia os hábitos de higiene bucal.

E então, gostou de conhecer os benefícios da utilização das lentes de contato dental? Se você ainda ficou com alguma dúvida ou quer marcar uma consulta, entre em contato com a Oral Face Care e conheça os especialistas da clínica. Quer um sorriso perfeito? Você pode consegui-lo!  

E para ficar por dentro de assuntos como esse, não esqueça de acompanhar o blog da Oral face. Ele mantém você sempre atualizado sobre os principais procedimentos e demais assuntos envolvendo dentes, arcada dentária, mandíbula, esqueleto da face e muito mais.