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Saiba quais são os tratamentos da DTM

Saiba quais são os tratamentos da DTM

Você costuma sentir dores na face com frequência? Ou ouvir estalos na mandíbula ao abrir e fechar a boca? Ou, então, costuma sentir a sua mandíbula travar ou escutar zumbidos?

Pois saiba que existem vários problemas que podem ser a causa dessas situações, entre eles, a chamada “disfunção temporomandibular“, também conhecida como DTM. O termo dá nome ao conjunto de perturbações funcionais no sistema mastigatório, ou seja, aquelas perturbações que afetam a musculatura da mastigação e/ou a articulação temporomandibular (ATM).

Articulação temporomandibular? Sim, a ATM, por sua vez, é o termo que dá nome aquela articulação que liga o maxilar inferior, que é a mandíbula, ao osso temporal do crânio — aquele que está à frente das orelhas em cada lado da cabeça. Ela é classificada como a articulação mais complexa do corpo humano — e é ela que permite a fala, bem como morder e mastigar os alimentos.

A disfunção temporomandibular é um dos sinais do mau funcionamento da ATM. Mas, calma, assim como existem causas para essa disfunção, também existem os tratamentos da DTM

Como tratar a DTM

Como qualquer outro problema de saúde, para definir o tratamento ideal para a disfunção temporomandibular é preciso antes descobrir as suas causas. Nem sempre essa é uma tarefa fácil, isso porque, muitas vezes, a DTM ocorre sem motivos claros. Outras vezes, no entanto, a disfunção pode ser resultado de:

  • Traumas físicos ou na mandíbula;
  • Infecções;
  • Doenças autoimunes;
  • Fatores psicológicos, como o estresse e a ansiedade;
  • Bruxismo;
  • Tumores.

Nesses casos, o tratamento da DTM baseia-se no tratamento da sua causa. Portanto, a consulta a um especialista — como um cirurgião-dentista, especializado em DTM — torna-se fundamental. É ele quem poderá melhor diagnosticá-lo, identificar as causas do problema e indicar a melhor forma de corrigi-lo. 

A disfunção temporomandibular também pode ser causada por problemas estruturais presentes no nascimento e por fatores como: o uso prolongado de aparelhos ortodônticos, má postura, má alimentação e falta de sono, por exemplo. Mais uma vez, o ideal é que raiz do problema seja identificada por um especialista para que seja estabelecido o tratamento mais adequado para a situação.

Os tratamentos da DTM

Entre os principais procedimentos para o tratamento da DTM estão:

  • O Tratamento Clínico

Este é o primeiro passo na tentativa de resolver ou minimizar as consequências da disfunção temporomandibular. A ideia é eliminar inflamações musculares e articulares e resolver demais problemas, como os citados acima, que podem ser a causa da DTM. Outro objetivo é melhorar o limite dos movimentos da mandíbula — em alguns casos, ela pode até ser reposicionada.

Aqui, pode haver a necessidade:

  • Da mudanças de hábitos do paciente, visando a diminuição do stress e da ansiedade, por exemplo;
  • Da utilização de medicamentos, como anti-inflamatórios, relaxantes musculares, antidepressivos, anticonvulsionantes ou até aplicação da toxina botulínica;
  • E  do uso de placas de mordida, que têm a função de proteger os dentes, aliviar as articulações temporomandibulares e promover o relaxamento dos músculos da região.

Além das placas, existem também algumas técnicas de relaxamento que podem ser eficientes para controlar a tensão muscular na mandíbula e corrigir a DTM. As orientações nesse sentido podem ser passadas pelo dentista especialista em DTM ou por psicólogos e fisioterapeutas.

  • A fisioterapia 

Para o tratamento da DTM quem também pode ajudar, trabalhando lado a lado com o cirurgião-dentista, é o fisioterapeuta. Isso porque através de aparelhos fisioterápicos ou da mobilização das articulações temporomandibulares, é possível corrigir a disfunção da ATM e impedir a progressão da dor do paciente.

Outros profissionais que podem trabalhar em parceria com o dentista, são: ortopedistas, reumatologistas, neurologistas, otorrinolaringologistas, fonoaudiólogos e psicólogos.

  •  A termoterapia 

​​​​​​​A termoterapia trata-se do uso de compressas, frias ou quentes, dependendo da situação, para auxiliar no combate à DTM. As compressa frias são usadas principalmente após um trauma. Já as quentes para combater as dores, já que elas conseguem promover a vasodilatação do local, agindo também na eliminação de substâncias químicas que podem estar contribuindo para a um quadro de disfunção temporomandibular. Mas lembre-se que o procedimento precisa sempre ter indicação do profissional da área.

  • A Laserterapia

Esse tratamento refere-se a uma terapia a laser que não oferece incômodo ao paciente. Ela funciona por meio da bioestimulação de pontos da articulação e de músculos afetados pela DTM. O objetivo do procedimento é o alívio da dor, a redução de processos inflamatórios, o estímulo à reparação tecidual e a prevenção de infecções. Uma das vantagens da laserterapia é a diminuição da demanda por cirurgias.

Para saber mais sobre essa técnica, acesse: Laserterapia no tratamento de disfunções da ATM.

  •  A Artroscopia 

A artroscopia trata-se de uma pequena cirurgia, minimamente invasiva, em que se usa um aparelho acoplado com uma câmera para investigar possíveis regiões afetadas das articulações.

Para saber mais sobre essa técnica, acesse: Técnica minimamente invasiva para desordens da articulação temporomandibular

  •  Cirurgias 

Apenas se nenhum dos procedimentos anteriores funcionar para o tratamento da DTM é que se parte para um processo cirúrgico mais invasivo. As cirurgias são indicadas apenas em casos extremos de DTM — trata-se de um último recurso usado pelo cirurgião-dentista, como é o casos da cirurgia para substituir a ATM, por exemplo, recomendada para casos graves de desgastes e fraturas.

Por isso, é fundamental procurar um profissional de confiança e especializado no problema. Só ele saberá indicar a melhor opção para cada caso.

Ficou com alguma dúvida a respeito do tratamento da DTM ou percebeu algum indício de que você sofre do problema? Agende uma consulta com um especialista da Oral Face Care e livre-se dos incômodos.

 

O que é o prognatismo mandibular?

O que é o prognatismo mandibular?

Você já ouviu falar no termo Prognatismo Mandibular? O nome refere-se a uma espécie de anomalia no ossos da face. Mais especificamente, no desenvolvimento da mandíbula — ou seja, do maxilar inferior — que projeta-se para frente de forma inadequada.

As consequências para quem sofre com o problema são prejuízos tanto estéticos quanto funcionais. Entre eles, estão alterações no correto encaixe dos dentes, na respiração, no modo de falar, na mastigação, entre outras variações. Além disso, o Prognatismo Mandibular pode ser bastante prejudicial à autoestima de quem é acometido por ele.

Causas do Prognatismo Mandibular

O fator genético e hereditário está entre as principais causas que resultam no surgimento do Prognatismo Mandibular. Quem já tem histórico do problema na família, deve ter uma atenção especial quanto ao desenvolvimento dos maxilares nas crianças. No entanto, o desequilíbrio nos ossos da face também pode estar relacionado a outros aspectos, tais como:

  • Hábitos orais deletérios, como é o caso, por exemplo, da sucção de dedos ou da chupeta;
  • Alterações respiratórias, como a respiração bucal, ocorrendo a postura baixa da língua na arcada inferior;
  • Desvios da funcionalidade do rosto.

Além disso, o prognatismo também pode estar associado a fatores hormonais, bem como a  traumatismos e malformações congênitas.

Tratamentos

O Prognatismo Mandibular pode acontecer em qualquer etapa do crescimento. Sendo que, por vezes, os primeiros sinais do problema conseguem ser observados ainda na infância — principalmente se a criança visita um dentista, frequentemente. Se diagnosticado desde cedo, há muito mais opções para a correção do desequilíbrio, como por exemplo, fazê-la apenas com aparelhos ortodônticos. Ou seja, sem a necessidade de cirurgia, que é aconselhada somente após o fim da fase de crescimento do paciente.

A cirurgia, por sua vez, é indicada quando constatada uma deformidade esquelética moderada ou grave . Nestes casos, a técnica usada é a fratura da mandíbula e o seu deslizamento para trás, colocando-a na posição adequada mediante uma placa e parafusos osteossíntese.

Vale salientar, ainda, que um mesmo paciente pode precisar de ambas as formas de tratamento para corrigir o Prognatismo Mandibular — ou seja, tanto do aparelho ortodôntico quanto da cirurgia. Nesses casos, as fases principais do processo são as seguintes:

  1. Exodontia (ramo da odontologia que trata da extração de dentes ou raízes) dos dentes do siso deve ser avaliada antes da montagem do aparelho ortodôntico;
  2. Montagem do aparelho ortodôntico fixo — o tratamento ortodôntico pode levar de oito a 24 meses antes da cirurgia;
  3. Cirurgia Ortognática (sem retirar o aparelho ortodôntico);
  4. Trinta dias de recuperação — sem esforço físico;
  5. Retorno ao tratamento ortodôntico de 30 a 60 dias após a cirurgia;
  6. Controles periódicos com o Cirurgião e Equipe;

Pós-Operatório

O sistema chamado de “Fixação Rígida do Esqueleto” é feito com miniplacas e parafusos de titânio, desta maneira, não há micromovimentação dos ossos e, por consequência, não costuma haver dor após a cirurgia para correção do Prognatismo Mandibular. O que haverá, no entanto, é inchaço no rosto, que começa a melhorar depois de cerca de quatro dias do procedimento.

Nos primeiros 15 dias após a operação, o paciente não deve mastigar nada sólido, limitando-se a uma alimentação líquida e pastosa, como sucos e vitaminas, sopas, caldos, cremes. Depois disso — pelos próximos 15 dias seguintes — o paciente pode mastigar alimentos moles e macios.

Outro cuidado a ser tomado após a operação é quanto ao esforço físico — recomenda-se 30 dias sem esforço físico. Deve-se, também, tomar cuidado com a exposição ao sol, além de manter-se afastado de esportes coletivos, ou outros riscos de contato, por cerca de três meses.

Mais informações sobre o Prognatismo Mandibular — bem como sobre outros problemas relacionados a deformidades envolvendo dentes e o esqueleto — podem ser encontradas no site da Oral Face Care.

Ainda, se você ficou com alguma dúvida sobre este assunto, ou percebeu algum indício de que você ou algum amigo ou familiar sofre com o problema, agende uma consulta com um especialista da Oral Face Care, e livre-se dos incômodos.

 

Quais são as causas da DTM?

Quais são as causas da DTM?

Provavelmente você já deve ter ouvido falar da “disfunção temporomandibular, também conhecida como DTM. O termo dá nome ao conjunto de perturbações funcionais no sistema mastigatório — ou seja, aquelas que afetam a musculatura da mastigação e/ou a articulação temporomandibular, a chamada de ATM.

Hoje, nosso assunto são as causas da DTM e seus fatores de risco. Mas, primeiro, precisamos esclarecer o que é a articulação temporomandibular.

A ATM trata-se daquela articulação que liga o maxilar inferior — ou seja, a mandíbula — ao osso temporal do crânio, localizado à frente das orelhas em cada lado da cabeça. É ela que permite que você mastigue, fale e morda os alimentos. E são os músculos dessa articulação, bem como aqueles que estão em torno dela, que controlam a posição e movimentos da mandíbula. Nesse sentido, a disfunção temporomandibular caracteriza-se como um sinal de que a ATM não está funcionando de maneira correta.

Dito isto, vamos entender o que causa uma disfunção na articulação temporomandibular.

As causas da DTM

Quem sofre com disfunção temporomandibular, costuma:

  • Ter dores de cabeça frequentes;
  • Ter sensibilidade e dores nos ombros e nos pescoço, bem como ao redor das orelhas durante a mastigação, ao falar ou ao abrir a boca;
  • Ouvir estalos na mandíbula ao abrir e fechar a boca, que podem ou não ser acompanhados de dor;
  • Escutar zumbidos com frequência;
  • Ter dificuldade para mastigar ou ter uma mordida repentina desconfortável;
  • Por vezes, travar a mandíbula ou, mesmo, desloca-la;
  • E até apresentar inchaço do lado da face, entre outros problemas.

Mas, porque isso acontece? Bem, em muitas situações, as causas da DTM ainda são desconhecidas, entretanto, alguns fatores podem engatilhar o problema. Um exemplo são os traumas na mandíbula, causado por pancadas e golpes; ou, mesmo, por movimentos bruscos na área, em acidentes de carro — ainda que tenham acontecidos há meses ou anos.

As disfunções na articulação temporomandibular também ocorre em pacientes que sofrem de algum processo infeccioso crônico, ou que tenham passado por alguma infecção específica capaz de gerar danos na ATM. As mais comuns são as causadas por Clamídias, Bacilo de Koch, Staphilococcus aureus e Estreptococos B-hemolíticos.

Entre as causas da DTM também estão algumas doenças autoimunes como a artrite crônica juvenil, a artrite reumatoide, a artrite degenerativa, a artrite psorítica, o Lupus, a Gota e a Artrose — que podem afetar a articulação temporomandibular.

O Bruxismo, caracterizado pelo ato de ranger ou apertar os dentes — tanto durante o dia quanto durante a noite, mas mais comum durante o sono — é mais aspecto um que pode afetar a ATM.

Ainda, apesar de ser uma causa mais rara, uma doença que também pode resultar em DTM é o tumor. Nesses casos, os sintomas costumam incluir formigamentos ou dormência e gânglios no pescoço. Vale alertar que quem já teve algum tipo de câncer precisa estar atento ao surgimento de disfunções na articulação temporomandibular.

Além disso, também entre as causas da DTM, estão alguns fatores psicológicos como, por exemplo, o estresse e a ansiedade. Pessoas estressadas e ansiosas podem ter hábitos que contribuem para a disfunção da ATM — como roer as unha e mastigar canetas, entre outros comportamentos.

Existe, ainda, a possibilidade da disfunção temporomandibular ser resultados de problemas estruturais presentes no nascimento.

Outros fatores que podem contribuir para o surgimento de problemas na articulação temporomandibular, são:

  • O uso prolongado de aparelhos ortodônticos
  • A má postura, visto que ela afeta os músculos do pescoço e da face;
  • A má alimentação;
  • E a falta de sono.

Procurando um especialista

Caso você esteja desconfiado que sofre de disfunção temporomandibular, procure um profissional da odontologia. O profissional mais adequado para tratar as disfunções da ATM é o cirurgião-dentista.

Informações sobre os tratamentos do problema podem ser encontrados em outros dois de nossos materiais sobre o assunto:

Para mais informações sobre as causas da DTM, ou para marcar uma consulta, entre em contato com os profissionais da Oral Face Care

Sinais do bruxismo: Como saber se estou rangendo os dentes durante a noite?

Sinais do bruxismo: Como saber se estou rangendo os dentes durante a noite?

Descobrir que sofre de algum distúrbio do sono não é algo fácil, pois o fato de estar dormindo faz com que os sinais não sejam percebidos. No entanto, há problemas, como o bruxismo, que deixam diversos sintomas. O bruxismo é um transtorno funcional que leva o paciente a ranger os dentes de maneira ritmada e forte durante o sono. É um movimento involuntário dos músculos da mastigação que causa atrito entre os dentes.

Os sinais do bruxismo podem aparecer em pacientes de todas as idades, especialmente naqueles que sofrem de estresse, ansiedade, raiva ou tensão, sintomas esses, classificados como motivadores diretos do distúrbio. Ele ainda pode ser associado à má posição dos dentes, a outros problemas do sono como apneia, ou ser resultado da complicação de algumas doenças como a de Huntington ou Parkison, por exemplo.

Alguns fatores que podem precipitar o aparecimento dos sinais do bruxismo são:

  • Personalidade agressiva;
  • Uso de certas substâncias estimulantes (café, cigarro, drogas);
  • Rotina estressante;
  • Efeito colateral provocado por conta de medicamentos psiquiátricos.

A seguir, você pode aprender a identificar os principais sinais do bruxismo, assim como o tratamento para se livrar deste problema. Confira:

Alertas de familiares ou companheiros que dormem com você

A maioria dos pacientes pode identificar os sinais do bruxismo com auxílio de pessoas próximas, que acompanham o seu sono. O relato de um familiar ou companheiro de que você faz barulhos à noite pode ser crucial na detecção do bruxismo. Afinal, a pressão ao ranger os dentes pode ser 10 vezes mais forte do que para mastigar um alimento duro, ou seja, barulho não vai faltar.

Dor nos músculos da mandíbula

Por causa do esforço excessivo ao pressionar os dentes, a mandíbula fica tensionada causando dores nos músculos dessa região. Aliada a mastigação e os movimentos cotidianos da boca para falar, as dores pioram e podem ainda afetar outra região da face. Fique atento caso note o incômodo logo após acordar, isso é um dos principais sinais do bruxismo noturno.

Dores frequentes de cabeça

É comum que, ao sentir as dores na mandíbula logo ao acordar, a cabeça também doa. Este é mais um dos sinais do bruxismo. Também há a possibilidade do paciente que sofre deste distúrbio sinta dores no pescoço após crises agudas. Por isso, fique atento, se o problema não for seu travesseiro você pode sofrer de bruxismo.

Dentes achatados, quebrados, ou soltos.

Como o bruxismo faz com que a pessoa friccione os dentes com força, é grande a possibilidade de que os dentes sejam danificados. Você pode notar um desgaste nos dentes, diminuição do tamanho, esmalte descascado (expondo camadas mais profundas), ou até mesmo dores ao serem pressionados. Isso tudo aumenta a sensibilidade dentária e pode ser um forte indício do bruxismo.

Além de todos os sintomas citados acima, os sinais do bruxismo podem ir além e afetar outras áreas e funções do corpo, entre elas estão:

  • Zumbidos e dores no ouvido;
  • Recuo de língua;
  • Estalos ao abrir e fechar a boca

A intensidade e a frequência das crises podem variar de uma noite para outra assim como de um paciente para outro.

Depois de detectado os sinais do bruxismo, como resolver?

Independentemente do sintoma que o paciente sofra, — ou se for mais de um deles — a primeira recomendação é a mesma: procurar ajuda de um dentista. Por meio de uma análise visual e uma conversa, o profissional irá avaliar se os sinais são mesmo de bruxismo.  O tratamento irá variar de acordo com as causas do problema. Porém, o mais empregado é a utilização de placas dentárias que evitam o atrito entre os dentes. É um recurso para o alívio dos sintomas e dores na articulação.

O tratamento do dentista pode, ainda, ser associado ao uso de remédios para ansiedade e consultas com psicólogos para resolver os quadros de ansiedade e estresse.  É importante salientar que manter hábitos saudáveis como: boa alimentação e a prática de atividades relaxantes como exercícios, meditação, ioga, podem aliviar a tensão dos dentes.

Para quem sofre com sintomas de dores na mandíbula, a Cirurgia Ortognática pode ser uma solução na busca do bem-estar e qualidade de vida. Para saber mais sobre esse assunto e decidir se a cirurgia é a melhor solução para você, oferecemos a leitura do nosso Guia Completo sobre Cirurgia Ortongática.

Ficou com alguma dúvida ou acha que sofre de bruxismo? Agende uma consulta com os profissionais da Oral Face Care e viva com qualidade!

Dor na face? Saiba o que pode estar causando esse problema

Dor na face? Saiba o que pode estar causando esse problema

Entender suas dores é o primeiro passo para identificar as causas e buscar o melhor tratamento para ela. O diagnóstico da dor na face, porém, é especialmente complicado em razão da complexa anatomia do rosto. Outro fator que dificulta este diagnóstico é que os sintomas são semelhantes aos de várias outras doenças.

De um modo geral, o local em que a dor aparece, assim como, os sintomas que acompanham, podem indicar do que se trata, ajudando na hora de identificar a doença. Neste artigo, abordaremos as principais dores na face e quais as possíveis causas. Confira:

As causas mais comuns de dor na face

A dor na face pode ser percebida em um ou ambos os lados do rosto, assim como na região T (testa e nariz). Entre suas principais causas estão:

  • Neuralgia do trigêmeo- é uma disfunção que causa dores intensas na face, provocada por danos a um nervo chamado trigêmeo, com ramificações responsáveis por ajudar na mastigação e dar sensibilidade ao rosto.
  • Sinusite- Infecção geralmente provocada por vírus ou bactérias. Pode atingir apenas um ou os dois lados da face. A dor costuma ser como uma sensação de peso. Pode ser acompanhada de sintomas como dor de cabeça, corrimento nasal, tosse e febre.
  • Cefaleia- Conhecida como Dor de cabeça, a cefaleia pode provocar sensibilidade na face. Pode surgir em casos de enxaqueca, onde há disfunções no sistema nervoso, ou de cefaleia tensional, em que há aumento na sensibilidade dos músculos da cabeça causados pela tensão.
  • Problemas dentários- Dentes inflamados, cariados, ou com abscessos que podem comprometer alguns nervos, geralmente provocam dores locais que se irradiam pela face.

Se a dor na face é forte, contínua ou então some e aparece várias vezes, é aconselhado que se busque ajuda de um clínico geral. A fim de realizar exames que possam identificar o que provoca o incômodo e, assim, seguir o tratamento ou ser encaminhado para um especialista.

Dores causadas pela DTM

A Articulação Temporomandibular (ATM) é classificada como a articulação mais complexa do organismo humano.  Ela é responsável pelos movimentos de abrir e fechar a boca ligando a mandíbula ao crânio. Comer e falar são rotinas que executamos graças a esta articulação. Quando sofremos de alguma Disfunção da ATM, o que era fácil se torna difícil e doloroso.

As DTMs podem ser classificadas em três categorias principais, são elas:

  • Muscular– quando a musculatura do sistema mastigatório realiza muito esforço ou sofre de tensão;
  • Articular- pode ocorrer por uma sobrecarga da articulação, traumas ou até doenças degenerativas;
  • Mista– aquela que une as disfunções musculares e articulares.

Quem sofre de uma disfunção de ATM tende a sentir dor na face e fortes incômodos ao falar ou mastigar. Essas dores podem variar entre temporárias ou constantes e a sensibilidade ocorre mais frequentemente nesses lugares:

  • Rosto;
  • Cabeça;
  • Maxilar (Área correspondente à ATM);
  • Pescoço;
  • Ombros;
  • Ao redor da orelha durante a mastigação, ao falar ou abrir a boca;

É identificado, também, o aparecimento de uma dor reflexa. Geralmente ela é desencadeada por espasmos musculares, os quais poderão aumentar o incômodo. Outros sintomas presentes em quem sofre de alguma DTM são:

  • Dor na mandíbula;
  • Sensibilidade;
  • Dificuldade em engolir e falar;
  • Endurecimento e inchado maxilar;
  • Dormência na face;
  • Incapacidade de fechar a boca.
  • Ruídos no ouvido;
  • Inchaço ao lado da face
  • Sensação de cansaço no rosto;
  • Capacidade limitada para abrir a boca.

Como são tratadas as dores de DTM?

A causa exata desta disfunção, geralmente, é impossível de ser identificada. Seus sintomas, contudo, podem ser combatidos. Basicamente, o tratamento para esse tipo de dor na face  depende da alteração que o paciente está apresentando. Podem variar entre:

  • Exercícios para redução do estresse;
  • Analgésicos e relaxantes musculares;
  • Protetor bucal para evitar que o paciente ranja os dentes.

É importante salientar que somente um dentista poderá avaliar qual a causa da dor na face o melhor método para tratar este incômodo. Ele poderá receitar medicações e indicar acompanhamentos psicológicos, com fonoaudiólogos e também fisioterapeutas.

Você sofre de dor na face? Agende uma consulta com os profissionais da Oral Face Care. Lembre-se, sua saúde e bem-estar são prioridades!

 

Bruxismo: conheça as consequências e as causas do problema

Bruxismo: conheça as consequências e as causas do problema

Você costuma sentir muitas dores nos dentes, na região do maxilar ou, mesmo, em toda a face? Então, fique atento — você pode estar sofrendo de bruxismo. O problema trata-se do ato de ranger e apertar os dentes de forma involuntária, e acontece principalmente durante o sono da noite — mas, também pode acontecer durante o dia.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), tal transtorno afeta 30% da população mundial. Já no Brasil, o percentual é ainda maior — dados oficiais apontam que o problema atinge cerca de 40% da população.

Consequências do bruxismo

Muitas vezes, é difícil percebê-lo, no entanto, o bruxismo possui consequências sérias, que precisam ser  interrompidas com as medidas adequadas. Alguns exemplos são:

  • Desgaste nos dentes;
  • Aumento da sensibilidade dentária;
  • Dentes achatados, fraturados, lascados ou soltos;
  • Desgaste do esmalte dental;
  • Dor na musculatura ao abrir e fechar a boca;
  • Hipertrofia dos músculos;
  • Constantes dores de cabeça;
  • E, até, doenças periodontais que podem afetar desde a gengiva até o osso que envolve e suporta o dente.

Para evitar estas e maiores complicações, é fundamental conhecer e tratar o problema.

Causas do bruxismo

O bruxismo é comum em crianças e, de forma geral, desaparece na adolescência. Mas, nem sempre é assim. Algumas vezes, o transtorno pode seguir pela vida adulta ou, mesmo, surgir nesta etapa da vida.

Entre as causas do bruxismo estão diversos fatores, entre eles, o alinhamento anormal dos dentes superiores e inferiores — resultando na má oclusão, que acontece quando os dentes não fecham corretamente. O problema também pode ser uma resposta à dores de ouvido ou, mesmo, dores de dente; ou resultado de refluxo do ácido estomacal para o esôfago e para a boca. Pode, ainda, ser uma complicação de outras doenças, como a doença de Huntington ou a doença de Parkinson; um efeito colateral de medicamentos psiquiátricos, como alguns antidepressivos; ou uma consequência de outros problemas do sono, como ronco e apneia do sono.

Entretanto, na maioria dos casos, o bruxismo está ligado ao aspecto emocional de quem sofre com ele. Sensações de ansiedade, frustração ou tensão, estresse e raiva, são alguns dos gatilhos para ranger dos dentes. Ser uma pessoa de personalidade agressiva, competitiva ou hiperativa também pode aumentar o risco de desenvolver o transtorno.

Ainda, alguns estudo sugerem que, no caso dos adolescentes, o bruxismo pode se manifestar mais facilmente em quem sofre bullying — ou seja, perseguição dos colegas por conta de algum ponto específico.

Agravadores do problema 

Vale salientar que existem alguns produtos que podem aumentar o risco ou agravar o bruxismo. Entre eles, estão: a nicotina do cigarro, o álcool, a cafeína — dentre outras drogas.

Além disso, hábitos que interferem no ciclo do sono, como dormir de luz acesa ou TV ligada, e, mesmo, ficar muito tempo no computador antes de deitar, também podem engatilhar ou agravar o transtorno.

Como tratar o bruxismo

O primeiro passo para o tratamento do bruxismo  é procurar um dentista especializado e de sua confiança. Ele pode indicar o uso de placas, cuja finalidade é proteger os dentes, aliviar os sistema mastigatório e reduzir a atividade muscular que gera a tensão nos dentes.

Além disso, o dentista também pode incluir no tratamento algumas formas de reduzir o estresse — como, por exemplo, a prática de exercícios físicos e massagens, entre outras atividades indicadas conforme o perfil, os gosto e as preferências de cada paciente.

Ainda, pode ser necessário um tratamento psicológico ou psiquiátrico, visto que a causa do bruxismo pode ser a depressão, a ansiedade, entre outros desses distúrbios que precisam de cuidados médicos especializados.

Ficou com alguma dúvida sobre este assunto, ou percebeu algum indício de que você sofre de bruxismo? Agende uma consulta com um especialista da Oral Face Care, e livre-se dos incômodos.