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Você sabia que fatores emocionais e psicológicos como estresse, ansiedade e depressão podem ser a causa da chamada disfunção temporomandibular, que também é conhecida como DTM?

O termo dá nome ao conjunto de perturbações funcionais no sistema mastigatório — ou seja, aquelas que afetam a musculatura da mastigação e/ou a articulação temporomandibular, a chamada de ATM.

Quem sofre com essa disfunção costuma apresentar sintomas como: frequentes dores de cabeça; sensibilidade e dores nos ombros e no pescoço, e ao redor das orelhas durante a mastigação, ao falar ou ao abrir a boca; ouvir estalos na mandíbula ao abrir e fechar a boca; escutar zumbidos com frequência; ter dificuldade para mastigar; por vezes, travar a mandíbula ou mesmo, deslocá-la; apresentar inchaço do lado da face, entre outros problemas.

Traumas na mandíbula, processos infecciosos, doenças autoimunes, bruxismo, algum tipo de tumor, problemas estruturais presentes no nascimento e até o uso prolongado de aparelhos ortodônticos, a má postura, a má alimentação e a falta de sono estão entre as causas da DTM. Todavia, os fatores emocionais e psicológicos também precisam ser levados em conta na hora de diagnosticar os responsáveis pelo surgimento da disfunção temporomandibular.

Estresse, ansiedade e depressão como causas da DTM

Cada vez mais comuns nos dias de hoje, o estresse, a ansiedade e a depressão, muitas vezes, são o gatilhos para outros problemas de saúde — dentre eles, a DTM.

Vale salientar, no entanto, que especialistas acreditam que esses fatores emocionais também são determinantes para o aparecimento do bruxismo, por exemplo, que, como já vimos, é outra das causas da disfunção. Além disso, pessoas estressadas e ansiosas podem ter hábitos como roer unhas, mastigar canetas, dentre outros comportamentos nesse sentido, que também contribuem para a DTM.

O que se percebe, desta forma, é que tudo está associado. Entretanto, o ideal para um tratamento eficaz é identificar a origem do problema. Assim, é possível agir especificamente sobre ela.

Pense no seguinte: quando o estresse, a ansiedade e a depressão são os responsáveis por levar um paciente a sofrer com o bruxismo — e, consequentemente, com a disfunção temporomandibular — adianta tratar apenas o bruxismo? Parece uma resposta óbvia, não é mesmo? É fundamental agir sobre o raiz do problema que, nesse caso, são os fatores emocionais e psicológicos.

Os tratamentos da DTM

Os tratamentos da DTM são diversos e, mais uma vez, dependem principalmente do real fator que está causando a disfunção. Por isso, a importância de procurar um profissional adequado.

A principal indicação de profissional para tratar a disfunção temporomandibular é o cirurgião-dentista. Como, muitas vezes, o diagnóstico é uma tarefa complexa, ele poderá solicitar uma bateria de exames físicos para mensurar os níveis da dor sofrida pelo paciente, além de um exame mais detalhado dos músculos da região — especialmente daqueles responsáveis pela mastigação. Além de exames de imagem, como ressonância magnética da mandíbula, raio-x e tomografia computadorizada.

Nos casos em que se percebe que o paciente apresenta-se muito ansioso, também poderá ser solicitada a avaliação e o apoio de outros profissionais, como psicólogos e psiquiatras.

Vale salientar que é crucial o que é ser totalmente honesto com o médico no momento da consulta. Inclusive, relacionando as situações de estresse e ansiedade do dia a dia, por exemplo, outros aspectos.

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