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Reconstrução total da maxila

Reconstrução total da maxila

Enxerto ósseo autógeno retirado da crista ilíaca

Pac 58 anos, edentada total do maxilar superior com reabsorção avançada do osso alveolar sem possibilidade de fixação de implantes osseointegráveis.

Foi submetida a cirurgia sob anestesia geral para reconstrução total da maxila associado a levantamento de seio maxilar bilateral que foram preenchidos com osso medular curetado do ilíaco direito.

Blocos ósseos removidos o ilíaco direito fixados com parafusos de titanium e lapidados para dar o contorno da crista alveolar da maxila.

Após 30 dias a cirurgia para reconstrução, a paciente foi submetida a segunda cirurgia sob anestesia local para exodontia dos dentes inferiores e fixação de implantes na mandíbula. Veja abaico o planejamento do guia cirúrgico para implante e o controle radiográfico dos implantes inferiores e do enxerto na maxila.

Confecção do guia para implantes na maxila.

Após 5 meses da cirurgia para reconstrução da maxila a paciente foi submetida a terceira cirurgia. Observe que o osso enxertado está remodelado e apresenta sangramento próprio indicando sua revascularização. Posicionamento do guia cirúrgico para fixação dos implantes.

Abaixo podemos observar os guias posicionadores dos implantes e os implantes já fixados no interior do osso enxertado há 5 meses.

Observe na radiografia teleperfil abaixo o selamento labial da paciente e o posicionameto vertiral dos implantes e na fotografia o sorriso natural da paciente.

Aspectos laterais e frontal das próteses totais fixas superior e infirior sobre os implantes.

Aspectos oclusais das próteses totais fixas e controle radiográfico final.

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Ortognática + enxerto do maxilar superior

Ortognática + enxerto do maxilar superior

Corticotomia tipo Le fort I com interposição óssea

Paciente 54 anos, sofreu perda total dos dentes quando jovem evoluindo para atrofia severa dos maxilares e retrognatismo maxilar. Fazia uso de próteses totais removíveis sem a menor estabilidade. Foi realizado corticotomia tipo Le Fort I para reposicionamento antero-inferior do maxilar superior com interposição de osso autógeno em bloco tendo como área doadora a crista ilíaca.

Observe a mordida cruzada anterior pela deficiência óssea do maxilar superior.

Cirurgia realizada sob anestesia geral promovendo o abaixamento e anteriorização do maxilar superior interpondo blocos ósseos e fixando-a com placas e parafusos de titânio.

Quatro meses após a reconstrução foram fixados seis implantes no maxilar superior sob anestesia local.

Imagens da oclusão inicial do paciente e da Prótese Total Fixa Superior com 12 elementos dentais que só foi possível ser realizada devido a reconstrução óssea e os implantes osseointegrados.

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Levantamento do seio maxilar unilateral

Levantamento do seio maxilar unilateral

Enxerto ósseo no seio maxilar

Pac 38 anos, sofreu perda de três dentes na região superior esquerda e havendo atrofia do osso alveolar.

A técnica prevê após o descolamento gengival, por meio de uma broca diamantada ou com o Piezosonic fazer a corticotomia da tábua óssea que faz o vedamento do seio maxilar sem perfurar a mucosa interna que reveste o seio maxilar.

Após isso, esse pequeno fragmento ósseo é levantado internamente junto com a mucosa de revestimento. Se houver uma crista ósseo residual de pelo menos 5mm de altura, podemos fixar o implante e já preencher o novo espaço criado com enxerto particulado.

Esta Cirurgia é realizada sob Anestesia Local e Sedação.

Observe acima a tábua óssea levantada com a mucosa do seio maxilar criando um novo espaço.

Na mesma cirurgia são removidos pequenos fragmentos ósseos (enxertos) da região lateral aos molares inferiores. Com uma máquina específica um fragmento é triturado.

A parte triturada do enxerto preenche a cavidade do seio maxilar e outros fragmentos são fixados lateralmente ao defeito para aumentar o osso em espessura.

Podemos observar na radiografia acima a neoformação óssea.

Como existe enxerto triturado (particulado), após 6 meses é realizada nova cirurgia para fixar os três implantes no osso neoformado. Observe na foto acima como o osso também aumentou em espessura.

Após 4 meses, os implantes são expostos e testados. São fixados os parafusos chamados “Cicatrizadores”.

Próteses confeccionads e controle radiográfico.

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Enxerto ósseo no incisivo central após trauma

Enxerto ósseo no incisivo central após trauma

Enxerto ósseo autógeno em bloco

Paciente 24 anos de idade, sofreu perda do incisivo central superior direito e do osso da região após um trauma.

Esta Cirurgia é realizada sob Anestesia Local e Sedação.

Imagem da falta de osso, do mento como região doadora e do bloco ósseo retirado do mento e fixado na falha com um parafuso de titânio.

Neste tipo de enxerto o implante deve ser fixado após 4 ou 5 meses.

Imagem do controle da conexão para prótese no implante e vista oclusal da coroa.

 

Imagem do sorriso, da coroa de porcelana sobre o implante do incisivo central esquerdo e da restauração de resina do incisivo central direito.

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Enxerto ósseo localizado

Enxerto ósseo localizado

Reconstrução com osso da própria mandíbula

Após a perda do incisivo central superior esquerdo por trauma, a paciente foi submetida a implantes agulhados nesta área. Removemos estes implantes devido ao processo inflamatório crônico que existia na região, reconstruimos a região com enxerto ósseo autógeno em bloco retirado do mento, fixamos o implante osseointegrado quatro meses após a reconstrução e cinco meses depois foi confeccionada uma coroa de porcelana.

Radiografias periapical inicial mostrando a reabsorção óssea em altura e é possível observar na tomografia linear à esquerda a perda óssea em espessura sendo que um dos implantes agulhados está exposto sob a gengiva. Observe ainda a coloração da gengica sob a coroa fixada nestes implantes.

Esta Cirurgia é realizada sob Anestesia Local e Sedação.

Bloco ósseo fixado na região da perda óssea com parafuso de titânio.
Neste tipo de enxerto o implante de ser fixado após 4 ou 5 meses.

Imagem da coroa de porcelana sobre o implante do incisivo central esquerdo.

Imagem da coroa pura de porcelana e sua orientação em relação ao implante.

Radiografia periapical inicial mostrando os implantes agulhados e a perda vertical da crista do osso alveolar. Imagem da região do mento que foi a área doradora mostrando que não fica nenhum tipo de alteração estética para a paciente. Radiografia periapical final para controle do implante e da adaptação da coroa – compare a diferença da altura óssea na duas radiografias.

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