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Implante dental

Implante dental

Tudo sobre este recurso

O implante dentário osseointegrável, é um cilindro rosqueável que é fixado dentro do osso e uma pequena parte na sua porção cervical fica exposta à cavidade bucal através da gengiva.

O titânio é o metal empregado na sua industrialização com o maior grau de pureza possível sem perder a resistência mínima necessária para suportar as exigências biomecânicas. Porém pode apresentar os mais diversos desenhos e tamanhos.

Para cada região de dente e para cada caso existe uma variável muito grande de dimensões de implantes.

A diferença fundamental entre um dente natural e um implante osseointegrado, é que entre o dente e o osso existem os ligamentos peridontais que fazem parte da articulação dento-alveolar. Por isso, quanto apertamos nossos dentes sentimos algum grau de mobilidade. Entre o implante e o osso após ocorrer a osseointegração não existe tecido mole e aí não existe movimento também.

O implante possibilita abandonar o uso das próteses removíveis sem estabilidade e fixação dando uma nova relação social com autoconfiança.

Após alguns dias da fixação do implante no osso, ele poderá ser removido passivamente, mas após ocorrer o fenômeno da osteointegração não será possível removê-lo somente com movimentos anti-rotacional. O osso estará intimamente aderido a ele.

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Contra-indicações

Contra-indicações

Contra-Indicações em Implantodontia

Contra-indicações Absolutas
-Coagulopatia (hemofilias e doenças de Von Willebrand);
-Anemias;
-Psicóticos;
-Diabetes;
-Sistema imunológico baixo;
-Cardiopatias;
-Doenças de prognostico incerto.

Contra-indicações Relativas
-Distúrbios metabólicos do osso (enfermidade de Paget, disprasia fibrosa);
-Tabagismo;
-Cardiopatias;
-Dismorfobia;
-Osteoporose;
-Gestação;
-Hipertensão;
-Alcoolismo (viciados em drogas).

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Passos cirúrgicos para fixação do implante

Passos cirúrgicos para fixação do implante

Como a Cirurgia é realizada?

A cirurgia é realizada sob anestesia local na própria clínica com o paciente sedado como em qualquer outra cirurgia oral.

É utilizado uma tecnologia própria incluindo motores eletrônicos para realizarmos os passos a seguir. Esses motores controlam a velocidade e o torque do motor (contra-ângulo), assim como a irrigação das brocas para não haver o aquecimento exagerado do osso.

Cada caso apresenta a sua peculiaridade e é por isso que as condições de cada cirurgia poderá sofrer variações.

A seguir mostramos uma simulação básica:

Passo 1: Incisão na gengiva e e retalho mucogengival. Após o leito ser determinado, é realizada a primeira marcação no osso com uma pequena broca penetrando somente na cortical da crista do osso. Na maioria das vezes é utilizado um guia cirúrgico construído previamente para determinar a posição exata da perfuração.

Passo 2: Após a verificação do alinhamento ter sido realizada, é feita a próxima perfuração com uma broca de 2,3 mm, com a profundidade adequada para receber o implante pré-determinado. É utilizado também durante as perfurações alguns tipos de dispositivos para esclarecer dúvidas relacionadas a profundidade do implante, paralelismo, ou sua proximidade com as outras estruturas anatômicas. É possível também realizar uma radiografia nesse momento onde o posicionador está estático.

Passo 3: Uso da broca Piloto para formar o perfil coronal do leito do implante. Uma vez que o alinhamento é verificado, é utilizada a broca de 3,25 mm, para finalizar com uma profundidade e largura ideal para fixar o implante no osso.

Passo 4: Com um conector próprio (handpiece connector), retira-se o implante de sua embalagem encaixando-o no montador que está na sua cabeça, e assim ele é transportado até a boca com o máximo de cautela evitando acidentes. O implante é colocado no leito preparado com uma rotação que varia de 15 a 20 rpm. As roscas do implante são posicionadas abaixo do nível da crista do osso.

Passo 5: Com uma pequena chave o montador que fica na cabeça do implante é removido. É fixado na cabeça do implante um parafuso de proteção, o cover screw ou parafuso de cobertura, para vedar suas roscas internas. Essas roscas internas precisam dessa proteção pois nelas será inserido o parafuso que fixará a prótese posteriormente.

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